sexta-feira, 13 de junho de 2008

Living La Vita Loca

Pois é, isto de se aproveitar o momento tem que se lhe diga. No fim-de-semana passado, foi Comporta. A semana, a abrir, entre Lisboa e a Cidade de Deus. De momento, estou em Aveiro. Depois de ter lanchado na Curia. E ter conhecido a Quinta do José Cid.
Isto de se aproveitar o momento, no meu dicionário, tem duas entradas: 1- passear; viajar. 2- estar com os amigos em patuscadas. Isto é que têm sido dias ricos em Carpe Diem...
Segunda volto ao trabalho e terça volto a Lisboa, a ver se é desta... mas tenho tido momentos fenomenais, lá isso... entre mistérios e segredos mal-guardados, comentários ao blogue de autores desconhecidos, - mas muito, muito, simpáticos, - jantaradas, grelhados ao ar livre, saídas à noite, espectáculos, música, viagens e passeios, praia e montes alentejanos, beijinhos de alunos e abraços de colegas... têm sido dias, repito, fenomenais. Living La Vita Loca...
Até já.

4 comentários:

Anónimo disse...

Assim é que gosto de te sentir...up, up!! Desafiando, agitando... Que giro, "VitaLoca" parece marca de sumo de fruta! Já comeste fruta hoje?!

Anónimo disse...

eheheheh!
ok!
oãtieza, tem umas frutas silvestres muito gostosas: amoras, medronhos, zimbros, mirtilo, camarinhas, etc..
era com essas frutas que os frades franciscanos faziam e sabe lá quem mais faz uns licores e uns doces que serviam de poção para invocar as tájides das serras, mares e rios....
A produção é optima...

beijos

Anónimo disse...

Vive como te apetece! Quebrem-se as cadeias, desfiem-se os nós, rasguem-se as discussões, rompa-se o tédio, afoguem-se as mágoas… Vive não pelo dever de viver ou de estares onde estás mas porque preferes estar aqui ou ali a estares em outro sítio qualquer.
Vive a atitude positiva perante a vida, tantas e tantas vezes “madrasta”! É em momentos de fragilidade que nos insurgimos contra o destino e vociferamos os maiores despropósitos. Porém, é, também, nestes momentos que é imprescindível adivinharmos a ternura que se oculta atrás das palavras e dos gestos quotidianos, ainda que por vezes nos pareçam contraditórios.
Ao ser um dos anónimos que tem vagueado pelo teu blogue, embora, provavelmente não o seja (sobre um dos, meus dois, comentários, tu escrevias que já começavas a perceber quem eu era, talvez a tua curiosidade já esteja saciada!), apenas te quero expressar numa palavra tudo o que, em alguns momentos, parece ser tão pouco: Força e muita coragem!

Jade disse...

Pois, anónimo, afinal não eras quem eu pensava e estou a zeros. És alguém simpático, e isso só não me basta porque gente simpática há pouca, e gosto de saber quem são. Contudo, deixa-me dizer-te que viver como nos apetece, infelizmente, não é possível. Se fosse, toda a gente seria feliz, e isso não teria piada absolutamente nenhuma, deixaria a felicidade de ser um momento especial e raro, que tanto prazer dá e tão boas memórias deixa.
Quanto à força e à coragem... não se compram em farmácias. Mas como diz um amigo meu, vai-se pedindo emprestadas a quem gosta de nós e nos dá ternura...mas sem palavras ou atitudes contraditórias; a quem nos dá ternura como se fosse um presente, sem termos que nos esforçar a adivinhá-la ou a descortiná-la. Porque nem sempre o difícil é apetecível, ou o dúbio desejável. Às vezes só precisamos de um colo incondicional, e eu encontro-me, sem dúvida, numa dessas vezes. Para contraditória, basto eu...Beijinhos