Pois é, isto de se aproveitar o momento tem que se lhe diga. No fim-de-semana passado, foi Comporta. A semana, a abrir, entre Lisboa e a Cidade de Deus. De momento, estou em Aveiro. Depois de ter lanchado na Curia. E ter conhecido a Quinta do José Cid.
Isto de se aproveitar o momento, no meu dicionário, tem duas entradas: 1- passear; viajar. 2- estar com os amigos em patuscadas. Isto é que têm sido dias ricos em Carpe Diem...
Segunda volto ao trabalho e terça volto a Lisboa, a ver se é desta... mas tenho tido momentos fenomenais, lá isso... entre mistérios e segredos mal-guardados, comentários ao blogue de autores desconhecidos, - mas muito, muito, simpáticos, - jantaradas, grelhados ao ar livre, saídas à noite, espectáculos, música, viagens e passeios, praia e montes alentejanos, beijinhos de alunos e abraços de colegas... têm sido dias, repito, fenomenais. Living La Vita Loca...
Até já.
4 comentários:
Assim é que gosto de te sentir...up, up!! Desafiando, agitando... Que giro, "VitaLoca" parece marca de sumo de fruta! Já comeste fruta hoje?!
eheheheh!
ok!
oãtieza, tem umas frutas silvestres muito gostosas: amoras, medronhos, zimbros, mirtilo, camarinhas, etc..
era com essas frutas que os frades franciscanos faziam e sabe lá quem mais faz uns licores e uns doces que serviam de poção para invocar as tájides das serras, mares e rios....
A produção é optima...
beijos
Vive como te apetece! Quebrem-se as cadeias, desfiem-se os nós, rasguem-se as discussões, rompa-se o tédio, afoguem-se as mágoas… Vive não pelo dever de viver ou de estares onde estás mas porque preferes estar aqui ou ali a estares em outro sítio qualquer.
Vive a atitude positiva perante a vida, tantas e tantas vezes “madrasta”! É em momentos de fragilidade que nos insurgimos contra o destino e vociferamos os maiores despropósitos. Porém, é, também, nestes momentos que é imprescindível adivinharmos a ternura que se oculta atrás das palavras e dos gestos quotidianos, ainda que por vezes nos pareçam contraditórios.
Ao ser um dos anónimos que tem vagueado pelo teu blogue, embora, provavelmente não o seja (sobre um dos, meus dois, comentários, tu escrevias que já começavas a perceber quem eu era, talvez a tua curiosidade já esteja saciada!), apenas te quero expressar numa palavra tudo o que, em alguns momentos, parece ser tão pouco: Força e muita coragem!
Pois, anónimo, afinal não eras quem eu pensava e estou a zeros. És alguém simpático, e isso só não me basta porque gente simpática há pouca, e gosto de saber quem são. Contudo, deixa-me dizer-te que viver como nos apetece, infelizmente, não é possível. Se fosse, toda a gente seria feliz, e isso não teria piada absolutamente nenhuma, deixaria a felicidade de ser um momento especial e raro, que tanto prazer dá e tão boas memórias deixa.
Quanto à força e à coragem... não se compram em farmácias. Mas como diz um amigo meu, vai-se pedindo emprestadas a quem gosta de nós e nos dá ternura...mas sem palavras ou atitudes contraditórias; a quem nos dá ternura como se fosse um presente, sem termos que nos esforçar a adivinhá-la ou a descortiná-la. Porque nem sempre o difícil é apetecível, ou o dúbio desejável. Às vezes só precisamos de um colo incondicional, e eu encontro-me, sem dúvida, numa dessas vezes. Para contraditória, basto eu...Beijinhos
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