quarta-feira, 11 de junho de 2008

Ainda Aqui

Vim para Lisboa na companhia do Ronaldo, do Quaresma e do Deco, e aterrei no Marquês de Pombal onde se fazia a festa da vitória e da passagem aos Quartos de Final. Já à chegada, ia levando com um estupor de um taxista, que me fez recordar que a viagem só termina no destino, quando se puxa o travão de mão e se desliga o carro.
Vim para Lisboa a sentir os abraços que, um a um, vocês me deram. Amanhã é à recordação desses abraços especiais que vou voltar, quando o momento for de pânico, e quando adormecer, vou certamente lembrar-me das vossas caras e dos vossos sorrisos.
Vim para Lisboa com a certeza de que vou voltar em breve, uma certeza muito maior do que o medo do contrário.
Ainda aqui, mas por pouco tempo. Não tarda, estou aí.
Beijos, e o meu obrigada de sempre

8 comentários:

MSusy disse...

Olá isto começa a ser uma rotina (o Blog), tinha que escrever alguma coisa, já que não estavas aqui ao lado.
Já agora, a cidade de Deus deu na SIC (as bombas de gasolina, só não te filmaram!!!!)
xau beijinhos e bons pensamentos...

Anónimo disse...

Ainda bem que sentiste o abraço que te não dei. Queria tanto, os meus olhos pediram-to, lembras-te? Não? que pena!!
Queria tanto! Hoje os teus olhos rodopiavam sem dar chances e eu vi que saías de ti e voltavas amiúde.
Que dizer? somente que é nestas alturas que admiramos e valorizamos quem sai da cidade de deus para ir para a terra dos mouros. Vem não te atrases porque és precisa aqui.

Um operário em construção.

Anónimo disse...

Aqui na cidade dos doces de larrrranja e do carrrrapau frrrrite e das torrrtas e dos esses também gostariamos de saber o que te vai acontecerrrrr miga!
Aqui no sopé da serra da Arrábida aguardamos que acordes tal bela adormecida... Não peças muitas drogas desta vez, tá? Pede um cházinho de ervas!
Ah, tenho um gato chamado Allberto! E quer conhecer-te!

Jade disse...

Obrigada, meus queridos. Como comigo nunca nada é linear, até os exames marcados são adiados, mais uns dias de sufoco... ai, ai, ai. Mas pelo menos, amanhã, ainda hoje, à tardinha, estou de regresso, imersa na ilusão da normalidade por mais uma semaninha. Beijos

Anónimo disse...

Welcome back.embora nunca tenhas saido!bjos

Anónimo disse...

Vá lá miúda!Hoje a "Gaiola das Malucas" não parecia a mesma, sem ti. O silêncio era tal que até se ouviam as moscas, as araras,as catatuas, os pinguins e outras espécies raras que lá aparecem. SOS: volta assim que puderes, porque a gaiola sem ti não é a mesma. Fazes falta, nem que seja para nos arranharmos! Beijocas

Jade disse...

Belo-Cisne amigo: é bom saber disso. Ninguém é insubstituivel, sabes? Mas é bom saber disso... embora, claro, essa do silêncio seja uma indirecta muito directa à minha língua de trapos...
Beijos

Jade disse...

Esta do operário em construção fez-me pensar. Primeiro, quem seria o autor, BoB, o construtor? Quem cala, consente, embora palavras tão simpáticas não se coadunem com o seu feitio reservado. Depois, apeteceu-me rever "o operário em construção" do Vinicius, o que fiz prontamente, que adoro Vinicius e este poema é genial, como todas as coisas simples. Por isso, em resumo, agradeço ao operário em construção as suas palavras amigas, espero pelo seu abraço na próxima terça-feira e aconselho vivamente a leitura do dito texto, caso a assinatura seja uma casualidade do destino. Beijo