Ontem, num período de insónia que me fez levantar da cama quente e ligar o computador para ir ao mail abrir os fwds antigos que vou acumulando, dei com um comentário de um anónimo que me pareceu inofensivo. Depois de o publicar, recebi outro que iluminou a falta de inocência do primeiro e apaguei ambos. Não me apetece que este blogue seja usado como veículo de mesquinharias e dejectos verbais, de gente que é como anedotas escatológicas: dão vontade de rir, mas metem um nojo imenso. Por isso, não devia sequer responder ao que foi dito, mas desta vez, só desta, vou fazê-lo. E vou fazê-lo porque o conteúdo das mensagens me pôs a pensar que tipo de pessoa impregnada da tristeza que se cola à genuína estupidez passa as suas madrugadas a pensar em meios de me chatear a mim, escondida atrás de um anonimato covarde e reles. Pensei que o grande vazio que traz entre as orelhas não lhe confere sequer a lucidez de perceber que só me magoa ou ofende quem eu respeito e estimo.
O comentário que enviou dizia que o “meu último” (namorado? Foi a minha interpretação) tinha uma miúda nova muito gira, linda de morrer, e doce e meiga, ao contrário de mim própria que sou azeda, ou ácida, ou o diabo-a-sete, não me lembro do mimo exacto. Ora, vamos por partes. Os insultos que me foram dirigidos, passam em branco, mas isso de um qualquer reles vir para aqui mandar bitaites sobre a vida privada dos meus ex, isso é que não.
Primeiro, todos os meus ex (aqueles que têm estatuto para lhes atribuir esse lugar, que são poucos e bons) são pessoas de quem me afastei mas de quem nunca deixei de gostar. Não é por um casal não funcionar enquanto tal que as características que nos apaixonaram um dia deixam de existir, e apesar dos ressentimentos e das mágoas, considero todos eles, todos, seres especiais e únicos, cheios de qualidades positivas e características admiráveis. Continuo a gostar muito de todos eles. Como tal, o comentário de ontem far-me-ia imensamente feliz: a ser trocada, se fosse o caso, que fosse trocada por uma mulher melhor que eu, que os fizesse felizes nos seus caminhos, claro. Ser trocada por uma qualquer débil mental, além de insultuoso, faria a minha infelicidade completamente injustificável e destituída de sentido.
Depois há a questão do “último”. Qual último? Baseado em que conhecimentos da minha vida privada um idiota qualquer me vem falar de últimos? Nas informações deste blogue? Nas ficções que aqui se escrevem sem cometer quaisquer inconfidências sobre a minha vida íntima? Nas personagens que se inventam para exemplificar teorias? Give me a break! Contam-se pelos dedos de uma mão vazia as pessoas que estão ao corrente dos meus amores e desamores, alegrias e desesperos. Não me venham falar de pessoas que não conhecem. Não me venham falar de vidas de seres que existem num mundo que será sempre paralelo a este blogue ou a qualquer publicação semelhante.
Finalmente, a consideração de que a tal nova miúda do meu último seria “linda de morrer”. E quê, isso interessa? A quem? Nenhum dos meus ex é gajo para andar a passear Barbies pela mão. Este comentário apresenta, apenas, a pequenez do seu autor. Por acaso, só por acaso, conheço as actuais de quase todos os meus queridos amigos de quem um dia tenho orgulho em dizer que fui namorada. Todas elas, todas, são mulheres lindíssimas. Ou não fossem eles homens de muitíssimo bom gosto. Nenhuma delas, no entanto, pode ser resumida a tal. E ainda bem, ou mal andariam as coisas para aqueles lados.
Quanto ao resto, aos insultos que me foram dirigidos, assumo tudo. Antes ser assim, que não ser nada. Como tu, anónimo, claro, covarde, vil, venenoso e triste. Remeto-te para o teclado da teiadaranha, com um belo “Fuck you” escrito a vermelho, na tecla enter.
O comentário que enviou dizia que o “meu último” (namorado? Foi a minha interpretação) tinha uma miúda nova muito gira, linda de morrer, e doce e meiga, ao contrário de mim própria que sou azeda, ou ácida, ou o diabo-a-sete, não me lembro do mimo exacto. Ora, vamos por partes. Os insultos que me foram dirigidos, passam em branco, mas isso de um qualquer reles vir para aqui mandar bitaites sobre a vida privada dos meus ex, isso é que não.
Primeiro, todos os meus ex (aqueles que têm estatuto para lhes atribuir esse lugar, que são poucos e bons) são pessoas de quem me afastei mas de quem nunca deixei de gostar. Não é por um casal não funcionar enquanto tal que as características que nos apaixonaram um dia deixam de existir, e apesar dos ressentimentos e das mágoas, considero todos eles, todos, seres especiais e únicos, cheios de qualidades positivas e características admiráveis. Continuo a gostar muito de todos eles. Como tal, o comentário de ontem far-me-ia imensamente feliz: a ser trocada, se fosse o caso, que fosse trocada por uma mulher melhor que eu, que os fizesse felizes nos seus caminhos, claro. Ser trocada por uma qualquer débil mental, além de insultuoso, faria a minha infelicidade completamente injustificável e destituída de sentido.
Depois há a questão do “último”. Qual último? Baseado em que conhecimentos da minha vida privada um idiota qualquer me vem falar de últimos? Nas informações deste blogue? Nas ficções que aqui se escrevem sem cometer quaisquer inconfidências sobre a minha vida íntima? Nas personagens que se inventam para exemplificar teorias? Give me a break! Contam-se pelos dedos de uma mão vazia as pessoas que estão ao corrente dos meus amores e desamores, alegrias e desesperos. Não me venham falar de pessoas que não conhecem. Não me venham falar de vidas de seres que existem num mundo que será sempre paralelo a este blogue ou a qualquer publicação semelhante.
Finalmente, a consideração de que a tal nova miúda do meu último seria “linda de morrer”. E quê, isso interessa? A quem? Nenhum dos meus ex é gajo para andar a passear Barbies pela mão. Este comentário apresenta, apenas, a pequenez do seu autor. Por acaso, só por acaso, conheço as actuais de quase todos os meus queridos amigos de quem um dia tenho orgulho em dizer que fui namorada. Todas elas, todas, são mulheres lindíssimas. Ou não fossem eles homens de muitíssimo bom gosto. Nenhuma delas, no entanto, pode ser resumida a tal. E ainda bem, ou mal andariam as coisas para aqueles lados.
Quanto ao resto, aos insultos que me foram dirigidos, assumo tudo. Antes ser assim, que não ser nada. Como tu, anónimo, claro, covarde, vil, venenoso e triste. Remeto-te para o teclado da teiadaranha, com um belo “Fuck you” escrito a vermelho, na tecla enter.
29 comentários:
Carta ao Pai Natal:
Querido pai natal, escrevo para dizer que já não acredito em ti!
Escusas de vir com prendas este ano, que eu vou tapar a chaminé, tá?! Ah e os biscoitos e o leitinho, esquece!
Sim , que isto não é só eu a portar-me bem um ano inteiro a deixar as escadas num brinquinho e a ouvir dizer que sou eu que espalho as novidades pela vizinhança, e depois tu trazes-me camisas de dormir e meias com cabeça de rena! Francamente! (Aqui eu devia pedir o telemóvel, mas não o vou fazer! Já não tenho avó!)
Mas não é por ter deixado de acreditar em ti que já não acredito no Homem. No entanto, há alguns que precisam de ajustes. Podias, por favor, oferecer-lhes um prontuário ortográfico, uma gramática - para ver se deixam de trocar os pronomes reflexos - e uma consulta de psiquiatria?
Mas não pode ser com aquele que a isabel stillwell enloqueceu há uns anos atrás!
Mas isto sou só eu, porque as crianças cá do prédio não têm culpa da minha amargura e desilusão por o sol não me iluminar o caminho!
Ass.: Porteira
Estou confusa: és porteira ou cabeleireira? Quanto aos homens não sei. Não sei se é homem ou mulher, para mim é verme do pior. Desta vez, sem erros e pronomes reflexos identificativos, conseguiu chatear-me a sério. Não por me insultar a mim, mas por insultar os meus. Que asco, pá. "O teu último..." ainda por cima acha que sabe alguma coisa de mim, o ridículo. Passei-me pronto. Comecei a pensar nos homens dignos desse nome que me cruzaram o caminho e passei-me. Beijos cabeleireira-porteira.
Homem = Humanidade
A humanindade precisa de um penso rápido é o que é!
Liga dos últimos diz:
Obrigado por saíres em minha defesa e de outros primeiros, segundos, penúltimos ou últimos que passaram a ex, mas não de bestiais a bestas como tu costumas dizer. Nós, os que interessam, temos muito orgulho em ti, tal como tu em nós. Nós, aqueles para os quais não és o diabo-a-sete, mas uma menina que gosta de abraçar volantes em silêncio, bate os dentes como uma cegonha e tem um abraço quentinho e amoroso como o de uma criança que nunca foi magoada. Eu tenho uma ex lindíssima!
LOOOOOOL!
Não sejas modesto... uma não, tens muuuuitas ex lindíssimas! LOL!
Thanks
Eu já tinha as minhas desconfianças, mas agora confirmei: a forma como falas dos teus ex-namorados e das eventuais namoradas que possam ter só atestam a pessoa íntegra e inteligente que és! E essas qualidades, entre outras, são uma pedra no sapato de quem é destituído de alguma (ou total) actividade cerebral.
Como eu muitas vezes gosto de dizer: será que vidinha deles não lhes chega?
Beijinho
Pois é, teia... tento ser íntegra e gabo-me de ser inteligente... mas continuo a dizer: um teclado dos teus é que eu gostava!
LoooL
Namorei uma colega de escola durante a minha formação primária (actualmente o 1º ciclo) momento que aprendemos a beijar, algo que fomos desenvolvendo durante os vários anos de escola e de namorico de avanço a dar beijinhos.
Depois de desenvolvidas as vantagens de dar beijinhos, percebemos que o respeito mútuo era um bem necessário do "Ser" para continuarmos enamorados.
Ontem, hoje e possivelmente amanhã vamos continuar a Beijar-nos, com o devido respeito de uns "Seres" ainda enamorados do antigamente!
Ah! Podes Sempre trazer os teus dados viciados para eu te ganhar!
LoooL
Tu, com a sorte ao amor que tens, pretendes ganhar-me a MIM aos dados? NEVER, JÁ-MÉ!!! LOL! Até o diabo se ria...
Talvez os cogumelos tenham caido numa das Viagens do Pai Natal em parte incerta e serem colhidos por alguem que não os soube usar.
Papai Noel e cogumelos alucinógenos - 01/01/2002
Cogumelos alucinógenos podem ter participado da origem das renas voadoras do Papai Noel, segundo do Dr. Ian Edwards, director do programa educacional do Jardim Botânico Real de Edinburgo.
Num recente seminário, o Dr. Edwards relembrou que a fantasia das renas voadoras surgiu entre o povo Sami da Laplândia, uma das mais antigas culturas indígenas do mundo. Foi no século 19 que a idéia se espalhou para a Europa central e depois para o resto do planeta.
O povo Sami costumava alimentar suas renas com os bonitos cogumelos alucinógenos Amanita muscaria, que são vermelhos com "pintas" brancas. Depois bebiam a urina dos animais que continha a potente droga melhor adaptada para o consumo humano. O efeito é semelhante ao do LSD.
O Dr. Edwards diz que os Sami bebiam a substância e se viam voando pelo espaço com suas renas. Ele também reforça a velha hipótese de que a tradicional roupa do Papai Noel, vermelha com pintas brancas, nada mais é um reflexo da aparência dos referidos cogumelos.
"JORNAL DO INEXPLICÁVEL"
AAAAhhhhhhhh! Está explicado. Insólitos acontecem.
Jade, tenho muito carinho e respeito pelos homens que eu amei, que foram poucos. Fiquei também com algumas mágoas que o tempo ajudou a "curar".
Tenho belas recordações, relembro muitas vezes os belos momentos, e hoje sou amiga deles, casados ou não casados.
Mas o que eu queria dizer é que o anónimo cobarde que lhe escreve esses comentários, só pode ser mulher, quase lhe garanto.
Infelizmente, e nós somos mulheres, elas são sacanas, traiçoeiras e invejosas. A Jade sabe do que uma mulher é capaz, quando pretende atingir os seus objectivos...
Nada mais digo. Há cobardes muito invejosas(os).
Um beijinho.
Está enganada, Maria. Está mesmo. Quase ponho a mão no fogo em como não é mulher. Mas também não é homem. Não é nada. Beijinhos
Olá Jade.
Gostei da resposta ao meu comentário... "Não é nada".
Isso mesmo, NADA.
Um beijinho.
hehe
Adorei a resposta a esse cromo, se bem que acho que não deve ser merecedor sequer de uma só linha de texto quanto mais de uma resposta tão bem "enfiada".
Um NADA é a melhor coisinha que se pode dizer sobre tal "coisa".
Mas o que mais gostei foi da parte em inglês que acho que nunca fora tão bem utilizada como neste momento.
Bjinhos
(Não é preciso dizer isto mas digo,
ÉS LINDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA)
Oh, Isa, e tu achas que não me custou dar-lhe o último prazerzinho nojento de lhe responder? A quantos comentários idiotas achas que guardei silêncio? Insultos, parvoeiras, coisas muito pobrezinhas, coisas que nem li, outras com que chorei a rir de tão mal escritas... só que agora, enchi, pá. Meteu-me tanto nojo... que tive que lhe vomitar em cima. Um amigo meu que tenho em alta conta detestou este texto. Disse-me que não se responde a seres que não dão a cara. Tem razão. A covardia repugna-me. Não o medo, não a vergonha, mas a cobardia de agredires pela calada e andares por aí a fazer crer ao resto do Mundo que és uma pessoa tão digna como outra qualquer. Às vezes, esses seres desprezíveis ainda são uns arrogantes convencidos e armados ao fino, a arrotar marcas e apelidos de boas famílias. Quando são apenas pus, vómito e matéria verde-amarelada putrefacta e mal-cheirosa. Fez-me vomitar o texto que escrevi. Concordo com o meu amigo, era escusado. Mas o vómito é irreprimível. BJOS
tentei a todo custo nao comentar este post. pk?! pk nao queria dar importancia ao autocolante! E porque a palavra autocolante?!
Porque essa coisa nem cromo nem croma é! :D um hibrido de gente que anda por aqui... e pronto.
Mas afinal porque vim eu comentar?! Pah! Vim porque, vim buscar aqui novidades e sorrisos... e enquanto o cd do MAMMA MIA ia tocando e ia relendo isto... Toda a boa disposição de um
Honey honey, how you thrill me, ah-hah, honey honey
Honey honey, nearly kill me, ah-hah, honey honey
I'd heard about you before
I wanted to know some more
And now I know what they mean, you're a love machine
Oh, you make me dizzy
..
faz sentido ao ler um dos teus fabulosos ex, enquanto imagino o mundo fantastico de Harry Potter onde o Autocolante respectivo que te fez perder o sorriso, começa a ganhar uns apendices como couve-flor ou lombrigas pelo corpo todo :D
Bjinho
Pois foi, Shadow, por essa nem eu esperava, mas é sempre gratificante. Adorei, sobretudo, o nick "A Liga dos Últimos". Brilhante. São essas pessoas brilhantes que eu quero preservar do mau hálito de bocas sujas...
Adorei a resposta. Muito 'ponto final, carimbo!', com o "Fuck You" escrito a vermelho a dar o toque que se pedia mas sem perder a classe. :)
muito bom. O cromo/croma, se tiver dois dedos de testa, percebe a mensagem. :)
Beijinho*
P.S. Obrigada pelo comentário aos All Star. Sei que a frase pode parecer lamechas mas aquele comentario naquele dia aqueceu o meu coraçãozinho (pequenino, pequenino). Muito obrigada, mesmo!
"Às vezes, esses seres desprezíveis ainda são uns arrogantes convencidos e armados ao fino, a arrotar marcas e apelidos de boas famílias. Quando são apenas pus, vómito e matéria verde-amarelada putrefacta e mal-cheirosa. Fez-me vomitar o texto que escrevi."
Boa, mais uma vez, com estas palavras.
Jade, ainda há pouco tempo fui vítima de algo que não gostei, de uma mulher que eu a tinha como amiga.
Fiquei lixada, magoada, fo....!
Ignorei e , quando a vir, vou ignorá-la..."estou com pressa", vai ser o que lhe vou dizer quando ela se aproximar de mim.
Não passa de uma fulaninha, o que eu lamento, porque ela tem uma doença grave...
Beijinho.
Entre muitas outras coisas, esta é uma pelas quais eu gosto de ti: és PAM!Não estou a falar do plano da matemática...Um beijão
Pan
Alexandra, ainda bem que gostaste do meu comentário. Eu adoro ir ao teu blogue, pelos motivos lá explicados. Bjs
Maria, às vezes o melhor que faz é passar a vida cheia de pressa. A frase "Não me parece" também dá muito jeito. Tipo: podias ajudar-me aqui, é só um bocadinho, não custa nada... "Não me parece" LOL
Pan, mais uma coisa em comum: Tu, Pan; Mim: PAM!!! E PAMrtimos a loiça toda! "Cala-te, cara*ho, não vês que estou a falar com ela?", "Ai comeste o meu último caramelo? Oxalá te engasgues com ele e morras!" Somos tão queridos!
Lamento informar mas enganaste-te na expressão usada: onde se lê "Fuck you" devia ler-se "A POMBA" :)
Não ligues a esta gente mesquinha. Lembra-te sempre do que alguém q me é mt querido costuma dizer: "o desprezo é a melhor maneira de lidar com pessoas estúpidas como os camiões"!! Não é bem assim q ela costuma dizer, mas acrescentei qq coisita :)
Anónimo (só de nick, que sei muito bem quem és, és um anónimo digno e de carácter) essa pessoa a que te referes dá-nos tantas pérolas de sabedoria que já davam para um colar com brincos a condizer. Infelizmente, o traste anónimo em questão até para perceber a indiferença é demasiado estúpido. Ou estúpida. Por isso tive que lhe fazer um desenho mas também te digo que foi o último. A partir daqui fará o que bem entender (que não entende nada já que para isso é necessária inteligência)
Beijos
Errata: onde se lê indiferença, deverá ler-se desprezo, asco, nojo, intolerância, azia, and soyon and soyon. LOL
Eu não queria comentar este post e sabes pq?
Pq não queria que batesse o record de comentários do "Para a Joana"... Esse sim um texto lindo, que merece ser lido e relido até cansar!
Estes anónimos cansam sem ler...
Ahhh e ficas a saber que eu continuo a andar por aqui, o tempo é que tem sido escasso. Mas nunca deixo de te ler =)
Beijinhos *
DECEPÇÃO! HORROR! DESGRAÇA! Então não é que o traste anónimo é de Lisboa? E eu que ainda não me tinha apercebido... LOOOL! E não é que agora já não posso insultar os meus compadres da Cidade de Deus, tipo, ouve lá, ó palhaço, andas a mandar-me comentários anónimos? E eles, não, pá, eu não sou nenhuma alforreca, tenho coluna vertebral, eu chamo-te víbora pela frente, ó víbora! E eu, ah, 'tá bem, sendo assim, toma lá um beijo de lígua bífida... ai, não que és feiosa. Com "S", que traste que é traste nem escrever sabe... LOOOOLLLLLL!
ass: Jade, a víbora, muito prazer. Obrigadíssima, hoje estava a precisar de me rir mais, tinha-me rido pouco com o Walter Lemos na TV
Errata: Onde se lê lígua deveria ler-se língua, claro.
A VÍBORA
LOOOOOOOOOLLLLLLL... não consigo parar, minha menina... LOL! Vai aprender a escrever, boa? Pelo menos para não te poder insultar também de ignorante, já que respeitinho não te tenho nenhum...
Desculpa, Sol, não te ter respondido ao comentário... mas acabei de receber outro, e desta vez hi-la-rian-te, da barata maldosa que não tem mais nada para fazer à vida. Este, pelo menos, estava tão mal-escritinho, que enviei para os meus amigos todos lerem e se rirem também. Porque não os publico mas dá-me gozo reenviá-los. Sabes como é, víbora que é víbora goza até mais não. Quanto ao resto... sabes que quando o assunto é gente cretina, os comentários são sempre mais. É tipo os violadores nas prisões, mesmo os maiores criminosos se sentem no direito de lhes acertar o passo. Nós todos, por piores que sejamos, pelo menos damos a cara e podemos por isso dizer o que bem entendemos de quem não tem os ditos no sítio.
Gentinha desprezível... mas hilariante.
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