sobre as coincidências que nos agridem como bofetadas dadas à traição, sobre tropeçar em sítios insuspeitos pela mão de amigos novos e pelo historial saber o que determinada pessoa publicava em datas específicas, sobre nunca conhecer ninguém, sobre dormir com o inimigo e ser feita de tansa quando se é tão inteligente, sobre repetir os mesmos erros vezes sem conta, sobre a loucura de apostar nos mesmos gestos à espera de resultados diferentes porque as pessoas são diferentes e afinal verificar que não são, não. São monotona e decepcionantemente iguais umas às outras e a si próprias, e isso ainda me choca violentamente e me traz lágrimas aos olhos que deles não passam que a raiva não deixa.
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