Da janela da sala de professores, olho a curva onde estacionaste o carro, com fé de que, por tanto olhar, ele lá se consubstancie, contigo parado à porta, a sorrir.
Ficarias admirado se me viesses ver e me perguntasses há quanto tempo não choro a tua ausência. Não a choro há vinte minutos, e já passaram quase dois anos.
7 comentários:
Há um paralelo tão triste entre este teu post e o meu.
Ando mesmo em baixo, que merda.
Também. Será do tempo? ou da aprox de nova idade?! Só me lembro da frase da bailey "tape and glue", e acho que a fita cola não se dá com a humidade.
*abracinho*
A minha colega de Biologia diz que essa do tempo é grande mito urbano e que a humanidade teve o apogeu do seu desenvolvimento numa das eras glaciares mais complicadas. Acho que é mesmo do descrédito que nos dão, do ceticismo em que caímos e da solidão que nos (des)acompanha.
abracinho dos meus, para ti
diz à tua colega que o ice age 4 é só um filme! ;-)
http://www.youtube.com/watch?v=TzzGPfVx32M
E pensa (digo eu que nada sei)...
Se agora mesmo olhasses novamente para a curva e la estivesse ele á tua espera. Correrias para o abraçar ou, lembra-te-ias das lagrimas, a dor, das horas em que nao respiraste sequer e concluirias que sim, o abraçarias mas como a tua despedidapor nao quereres mais no teu futuro alguem que tanto sofrimento te deixou na sua anterior partida?
Tudo de bom para ti :)
Isa
Isa, tanto tempo volvido sobre o teu comentário, a triste verdade é que nem pensaria duas vezes, e só o quereria de volta, meu. Eu sei que é decadente, mas a verdade, infelizmente, nem sempre é bonita, nem algo de que nos possamos orgulhar. Beijo
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