Com a sorte que eu tenho ao amor, andava a investir pouco no jogo. Este ano resolvi deixar-me de merdas e entrar para o clube dos excêntricos. Se me querem engraxar, é agora, não é depois. Just saying.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
Ele há dias...
... de merda e eu não tinha um assim há anos.
(foi ontem, que o hoje já leva vinte e cinco minutos e não se vislumbram melhoras, mas espera-se por elas na mesma)
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Persistir, Viciar; Repetir
Li livros fabulosos estas férias.
Adorei o livro do Mário de Carvalho sobre escrita criativa, ou melhor, sobre escrita de ficcão, que isto da escrita dita "criativa" agora aplica-se a um leque tão vasto de rabiscos, - da publicidade às composições das criancinhas, - que é bom que se saiba do que se está a falar, para evitar agruras em territórios esconsos.
Uma das ideias que este autor defende é que um escritor de ficção deve escrever muito. Em quantidade, muita parvoíce, muito lixo, todos os dias, diferentes tipos de registos, ideias, citações, títulos, sinopses, diálogos, descrições, piadas, dilemas, questões, listas. Mas escrever, insistir, praticar, repetir, viciar-se maquinalmente no gesto escrita.
Esta sou eu a seguir bons conselhos.
Sempre defendi a tese de que se não há nada de interessante a dizer, o melhor é estar caladinha, mas a verdade é que o crivo do interesse sou eu que estabeleço, e sou tendencialmente pró-silêncio. Acredito, por formação, por leituras que faço do que considero serem os melhores autores, por feitio, por educação e por fatalidade, que nunca tenho nada de jeito para dizer, nenhum tema interessante para tratar, nada de original a acrescentar à forma escrita. Por isso, passo imenso tempo calada e eras sem escrever coisa alguma. Continuo a acreditar que é assim, mas também aceito os conselhos dos mestres, e o Mário de Carvalho confirmou o profundo respeito que já lhe tinha, enquanto escritor, e duplicou a minha admiração enquanto teórico da cousa literaria. Assim, enchi-me de coragem, lápis, canetas e bloquinhos, caderninhos, agendas e moleskines, e anoto tudo. Resolvi vir aqui mais vezes só fazer isto, deitar conversa ao lixo, dizer de minha justiça, soletrar uma quantas parvoíces, cantar umas baboseiras, passar os dedos pelo teclado. Mal não faz. Quero dizer, se não contarmos com a inevitável contribuição para o engrossar da banalidade que grassa na maioria bruta de textos que se apanham nas redes sociais e nos blogues da moda.
Não me comprometo a fazer melhor. Mas podem esperar de mim humildade suficiente para conhecer os meus limites e não me arrogar a grandes feitos.
Uma coisa que me faz muita impressão no panorama que vou observando é a falta de poder de encaixe a opiniões diferentes, ou a observações menos positivas, ainda que justas, sobre o que se vai escrevendo e dizendo por aí: anda tudo de monarca na pança, toda a gente é bestial, faz tudo certo, sabe imenso, e com frequência produz mais e desempenha melhor que o resto dos comuns mortais. Ó-da-guarda se alguém diz "não gosto", ou "vai lá informar-te melhor sobre esse assunto, que não sabes muito bem do que estás a falar".
Quando eu andava em estágio e tinha aulas assistidas, pegava num lápis e anotava tudo o que as minhas orientadoras consideravam errado na minha prestação, quer concordasse, quer não. Aqueles "ditos" erros, eu não cometia de novo. Obviamente, não me faltava sentido crítico para achar que havia coisas ali que eu poderia contestar, mas dava sempre o benefício da dúvida ao contraditório. As minhas colegas não apontavam nada e rebatiam cada uma das observações, defendendo tudo o que haviam feito como se estivessem num tribunal. Eu aprendi imenso nesse ano. Elas, duvido muito. Claro que isto é um caso muito específico, dado que eu estava a ser avaliada, e estava numa condição de aprendente, logo quem me observava sabia, à partida, mais que eu, para além de ser do meu interesse fazer os possíveis por ir ao encontro do que me era solicitado. Ainda assim, mesmo no contexto quotidiano do real, gosto sempre de pensar que não tenho a razão toda e que toda a gente me pode ensinar alguma coisa, nem que seja a pensar de forma diferente da minha, ou a apresentar-me ideias diferentes, quer as adote, quer as rejeite. E por gostar tanto de ser assim, e por tirar tanta vantagem dessa qualidade tão positiva que é a minha genuína humildade, lamento mais do que abomino as pessoas que estão sempre tão contentes consigo mesmas por serem tão insufladamente geniais. Até porque nove em cada dez não andam, sequer, lá perto. À que sobra, tolera-se a arrogância. E a condescendência não é muito elogiosa, digo eu.
Quando eu andava em estágio e tinha aulas assistidas, pegava num lápis e anotava tudo o que as minhas orientadoras consideravam errado na minha prestação, quer concordasse, quer não. Aqueles "ditos" erros, eu não cometia de novo. Obviamente, não me faltava sentido crítico para achar que havia coisas ali que eu poderia contestar, mas dava sempre o benefício da dúvida ao contraditório. As minhas colegas não apontavam nada e rebatiam cada uma das observações, defendendo tudo o que haviam feito como se estivessem num tribunal. Eu aprendi imenso nesse ano. Elas, duvido muito. Claro que isto é um caso muito específico, dado que eu estava a ser avaliada, e estava numa condição de aprendente, logo quem me observava sabia, à partida, mais que eu, para além de ser do meu interesse fazer os possíveis por ir ao encontro do que me era solicitado. Ainda assim, mesmo no contexto quotidiano do real, gosto sempre de pensar que não tenho a razão toda e que toda a gente me pode ensinar alguma coisa, nem que seja a pensar de forma diferente da minha, ou a apresentar-me ideias diferentes, quer as adote, quer as rejeite. E por gostar tanto de ser assim, e por tirar tanta vantagem dessa qualidade tão positiva que é a minha genuína humildade, lamento mais do que abomino as pessoas que estão sempre tão contentes consigo mesmas por serem tão insufladamente geniais. Até porque nove em cada dez não andam, sequer, lá perto. À que sobra, tolera-se a arrogância. E a condescendência não é muito elogiosa, digo eu.
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Três dias maus
Detesto fazer limpezas. Custa-me muito, imenso. Mas o alívio de ter a casa limpa compensa tanto... nunca mais nada é igual, e jamais olho para trás.
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Reconfortante
Quando alguém te conhece tão bem e há tanto tempo, que tu perguntas, por mensagem privada numa rede social, já em desespero por estares há horas a puxar pelos neurónios, "Como é que se chama aquele gajo que canta com um gorro?", e te responde, acto-contínuo,"Jamiroquai".
Lindo.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Memória Futura
Sobre a minha epifania emocional, correu muita tinta. Não parece, porque os leitores aqui do estaminé há muito que o comentam off the record, não sei porquê. Mas correu. Houve alguém que me disse que o seu príncipe encantado foi atropelado por um camião. Outra pessoa disse que o meu já não deve tardar (se tardar muito, terá que me procurar num lar da santa casa). Houve quem me dissesse que eu tenho que abrir o meu coração, ser mais simpática, mostrar disponibilidade para... nem sei bem para quê.
Em tempos, houve um rapaz que fez quatrocentos quilómetros para vir almoçar comigo. Entre as duas viagens, de vinda e de regresso a casa, esteve na estrada o dobro do tempo que passámos juntos. E permanecemos sempre em sítios públicos, a conversar amenamente, a rir e a recordar tempos idos. Foi das melhores horas de almoço, senão a melhor, de toda a minha vida. E não lhe toquei, sequer, ou ele a mim. Mas acho que esse par de horas foi o maior abraço que alguma vez alguém me deu. Se morrer muito velhinha, ainda assim o vou levar tatuado no corpo, esse abraço. Depois disso, estive muito tempo sozinha. Anos. Um dia achei que já chegava e conheci uma pessoa que me interessou. Muito. Parecia mesmo feita à minha medida. Vivia a umas dezenas de quilómetros de mim e eu achei que merecíamos ambos o esforço. Detesto conduzir mas peguei no JadeMobile, máquina infernal, e fui várias vezes à terra dele, vê-lo, conhecê-lo melhor. As coisas pareciam estar a encaixar bem. Uma noite, estive com uns amigos umas horas num cafezinho, na conversa, à noite. Ele esteve noutro, a uns quinhentos metros. Não fez esse caminho para estar comigo.
Em tempos, houve um rapaz que fez quatrocentos quilómetros para vir almoçar comigo. Entre as duas viagens, de vinda e de regresso a casa, esteve na estrada o dobro do tempo que passámos juntos. E permanecemos sempre em sítios públicos, a conversar amenamente, a rir e a recordar tempos idos. Foi das melhores horas de almoço, senão a melhor, de toda a minha vida. E não lhe toquei, sequer, ou ele a mim. Mas acho que esse par de horas foi o maior abraço que alguma vez alguém me deu. Se morrer muito velhinha, ainda assim o vou levar tatuado no corpo, esse abraço. Depois disso, estive muito tempo sozinha. Anos. Um dia achei que já chegava e conheci uma pessoa que me interessou. Muito. Parecia mesmo feita à minha medida. Vivia a umas dezenas de quilómetros de mim e eu achei que merecíamos ambos o esforço. Detesto conduzir mas peguei no JadeMobile, máquina infernal, e fui várias vezes à terra dele, vê-lo, conhecê-lo melhor. As coisas pareciam estar a encaixar bem. Uma noite, estive com uns amigos umas horas num cafezinho, na conversa, à noite. Ele esteve noutro, a uns quinhentos metros. Não fez esse caminho para estar comigo.
Não tenho que mostrar disponibilidade, bom feitio, simpatia, nada disso sou eu. Eu sou uma gaja dura e difícil, como já me descreveram. Não sou cá de falinhas mansas e paninhos quentes. Não sou aconchegadora de egos alheios, ainda estou a aprender a aconchegar o meu. Eu sou assim, e não deixo de ser extraordinária, como também já me definiram. Não tenho que fingir coisa nenhuma para atrair quem quer que seja. Dou-me a conhecer, e o tempo logo se encarregará do que tiver que ser. As atitudes das pessoas comigo, essas, separam sempre, mas sempre, o trigo do joio.
domingo, 9 de novembro de 2014
Romantic Epiphany
Depois de um fim de semana inteirinho na companhia de Blue Bloods, quer-me parecer que descobri a pólvora: a minha cara metade é, certamente, das forças de segurança. De preferência, detetive. Muito provavelmente, americano, o que explica a relutância em aparecer. E nova-iorquino, porque não poderia ser de outra forma. Ah, e tem que saber dedilhar uma viola, porque é condição sine qua non. E como está uma década atrasado, já se sabe que tem que ser macho suficiente para tomar iniciativas, mandar sms amorosas, levar-me a jantar fora a sítios fantásticos e ler uns livros de jeito de vez em quando, que a idade apura o bom gosto. E gostar de cães. E de ver filmes. E ter super poderes, para me descobrir fechada em casa. Fácil.
sábado, 8 de novembro de 2014
Meanwhile...
... este é capaz de estar a ser um dos melhores anos de leituras da última década.
Neste momento estou a ler Vendedor de Passados, do Agualusa, Galveias, do Peixoto, Em Casa, do Bill Bryson, o Chalet da Memória, do Tony Judt e Porquê Ler os Clássicos, do Calvino. E a adorar todos. Se os acabar antes de 31 de dezembro, a relação quantidade/qualidade do que li este anos é astonishing, em bom. Já no parâmetro "novos autores, novos ídolos", parece-me existir um novo recorde absoluto. Com os portugueses em destaque.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Best ever
Best stress relieving remedy ever: my happy dog's mild snoring a couple of meters from me.
Breve Apontamento Regional
Ontem fui passar a tarde com uma amiga minha, para quebrar a semana, aprender um novo hobby, - ela ensinou-me a tricotar- pôr a conversa em dia, enfim, descansar e divertir-me. Às páginas tantas, ela diz que os homens daqui deviam ir tirar um curso de estilo ao Norte, porque são uma cambada de calhaus caídos de chaparros em bruto, incapazes de fazer um elogio, incapazes de tomar uma iniciativa, incapazes de demonstrar um sentimento.
É verdade. Não estarei sozinha por ser um estafermo em quem ninguém pega, ou por ser burra que dá dó. Muitos me dizem que estou assim por ser demasiado exigente. Também não será assim. Mas, de facto, não me consigo encantar pela frieza ou pela rudeza. Já lá vai o tempo em que achava piada a picardias ou em que estava disposta a fazer o trabalhinho todo. Aliás, está praticamente a fazer um ano, deixei-me dessas lides de vez. Foi a última vez que me apanharam a fazer viagens para estar com alguém ou para ver alguém, que me apanharam a mandar sms queridas ou a ligar, ou a apostar ou a ter alguma esperança no que quer que seja a troco de migalhas e um balde de água fria.
Não sei se será regional. Mas palavra bonitas, que me tenham dito... ouço-as sempre com pronúncia do norte. A várias vozes, mas sempre a trocar bs por vs.
Cair Mal
Quando uma pessoa passa a infância e a adolescência a ser comparada a outras e a ficar sempre aquém, é óbvio que na sua vida adulta se vai rodear de gente que acha que tudo o que faz é errado - não devias cortar o cabelo à rapaz, não, afinal não devias era pôr extensões, essas calças dessa cor parecem de um bobo da corte, o cabelo dessa cor parece não sei quê, a fulana de tal é que é gira, as louras é que são bonitas, as mulheres prendadas é que interessam, aquela outra é que é uma profissional competente, fulana de tal é de uma perspicácia...
Quando uma pessoa passa a infância e a adolescência a ser comparada a outras e a ficar sempre aquém, é óbvio que fica um bocado imune ao que pensam ou deixam de pensar sobre ela, porque é um jogo perdido à partida, faça o que fizer, estará sempre mal feito ou a vizinha terá sempre feito muito muito melhor.
Mas quando uma pessoa passou a vida inteira nisto, estes comentários caem cada vez pior. E as pessoas que não te dão valor e que passam a vida a apoucar-te, por muito que delas gostes, começam a caminhar uma estrada sem regresso para fora do teu mundo.
domingo, 2 de novembro de 2014
The Special One
Sei que o meu cão é especial quando são estas horas - e relaxo a ver uma série em frente ao computador, esparramada no sofá com a luz do teto acesa, porque quando me dei conta disso já me tinha deitado no sofá e não me apeteceu mexer-me até ao outro lado da sala... - e o vejo entrar, tic tic tic tic, cauda e orelhas caídas, aos tropeções da bebedeira de sono que traz, aterrar no puff, colado ao sofá, que é onde se deita para adormecer ao ritmo das minha cóceguinhas no lombo e... pôr a cabecita à sombra da cadeira onde assenta o portátil. Com o cancro de pele não se brinca, e o meu cão é obcecado por sombras. Nem que a luz venha de uma lâmpada elétrica, bem fraquinha, por sinal.
Na raiz
Quando procuro a causa de tanta raiva, descubro que, na raiz dela, está o facto de sempre a ter tentado calar. E essa coisa oprimida tantos anos, alimentada dos pequenos e grandes desgostos da vida, silenciada porque não se fala de boca cheia de misérias e frustrações e dores e desilusões, essa coisa cresceu, engordou e só não se reproduziu porque é árida e só e triste e amarga. Essa coisa lateja e estrebucha e já não há volta a dar-lhe. Agora é tirar-lhe a mordaça e deixá-la consumir-se, que um dia há-de morrer, como tudo o que existe.
sábado, 1 de novembro de 2014
O Direito à Indignação.
Acho uma imensa metafórica graça àquelas pessoas que te apontam o dedo por estares "a gritar" com elas e, na sua versão dos factos, estares "fora de ti", a agir "irracionalmente", e outros mimos com que te brindam no calor do momento, mimos esses que nunca admitem serem ofensivos e insultuosos quando, na realidade, tudo começou contigo a repetir, em voz baixa e calmamente, a mesma coisa que agora gritas, umas cinco ou seis vezes, quando estavam demasiado preocupadas com o seu ego e o seu discurso / monólogo semiautista, para te ouvir. Há certas pessoas que só te ouvem quando explodes, e depois te apontam o dedo porque o fazes. Dei comigo a pensar nisto hoje e a encontrar vários exemplos em conhecidos meus. Detesto esta nova moda de que a cólera é gémea da doença mental, como se nascesse de um desequilíbrio neuronal e não fosse tantas vezes deliberadamente provocada por terceiros que depois "não percebem a razão de tanto descontrolo". Muitas vezes, cobardes que só caem na real e saem do seu umbigo quando levam um par de berros e ficam cheios de medo do que os vizinhos ou as pessoas que estão a assistir "vão pensar". A esses cresce-lhes, de repente, uma enorme preocupação com os outros e uma imensa solidariedade com os frágeis sentimentos que uma porta possa ter, "não batas com a porta, se faz favor!". Gosto tanto da preocupação com as boas maneiras em situações de stress... que não consigo evitar sorrir, fechar a porta com cuidado e pensar, só pensar, porque nem me merecem o respeito que seria dizer-lhes "vai-te mas é fod*r!"
terça-feira, 21 de outubro de 2014
La Rentrée
Séries.
Estou feita num molho de bróculos. Nem quero contar quantas estou a seguir religiosamente. São muitas, e as novas temporadas estão todas aí a dar cartas. Até em séries que eu já tinha descartado por me aborrecerem sobremaneira, como a Meredith-Big-Yawn-Grey, as novas temporadas justificam a continuidade.
À exceção de Homeland, que me transtornou tanto no final da temporada anterior que nem sequer ainda me apeteceu ver o regresso da Carrie, vejamos como vai o mundo:
À exceção de Homeland, que me transtornou tanto no final da temporada anterior que nem sequer ainda me apeteceu ver o regresso da Carrie, vejamos como vai o mundo:
1. Criminal Minds: lindo. Adoro a Love-Hewitt levezinha, ali no meio dos trombudos sérios, graves e circunspectos.
2.NCIS: aguenta-se estoicamente sem a Ziva, o que não é dizer pouco, com o golpe que foi a saída da personagem feminina mais carismática das 14 ou 15 temporadas;
3. Castle: fraquito, mas nunca foi mais que isso, um delicioso Guilty Pleasure;
4. CSI Vegas: Mais do mesmo, sempre com classe.
5. Scandal: Grande rentrée. Mesmo. Shonda Rhymes inspiradíssima.
6. Good Wife: Provavelmente, a única que vou deixar cair. Devia ter terminado em alta com a tragédia da temporada anterior. É este precisamente o medo que tenho em relação a Homeland, que banalize o que foram três temporadas irrepreensíveis.
7. Arrow: um consolo para os olhos e para um coração romântico que suspira e sorri perante a dupla Ollicity... e o six.pack do Amell.
E estou a acompanhar Forever, que estou a amar tanto que até citações faço do diabo do moço, que giro que ele é, entre Mentalist, House, The Highlander, Sherlock, Castle... vejo-lhe semelhanças com todos os meus protagonistas masculinos favoritos. Até me faz lembrar o gajo do Dempsey & Makepiece, a série malvada em que este vício se me colou ao corpo e à i-alma.
E comecei a ver NCIS New Orleans: primeiro estranha-se, depois entranha-se, nem que seja pelo Soul e pelo Jazz de pano de fundo, sempre presentes. Olho para aquilo e cheira-me a camarão em azeite e alho, misturado com terra molhada de chuva de verão e maresia.
E ando viciadíssima em Chicago PD, "Break the rules, not the law".
E não consigo passar muito tempo sem espreitar Modern Family, Law and Order, e Big Bang Theory.
E estou deserta da segunda temporada de True Detective, só para escrever uma resma de posts a dizer MAL da dupla que suceder ao Matt e ao Woody.
E já não posso de saudades do meu Kevin Bacon e de The Following.
E o que é assustador - parei no sete propositadamente porque já me estava a fazer impressão o tamanho a lista - o que é mesmo assustador, é que sei que quando fechar este artigo já já ja, me vou lembrar de mais meia dúzia. Sem exagero, infelizmente.
Haters, have some patience, do not react yet: wait until I list the books and films, and then spread your venom... sim, não faço mais nada na vida a não ser estar de rabo enfiado no sofá.
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