segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pensando bem...

Prefiro a lontra, que assim com'ássim tem uma camada adiposa que mete respeito e por aqui está frescote. Ou um frialho do caríu, como preferirem.

Páscoa em Vésperas de Natal

Li não sei onde que as amêndoas e as cenouras previnem e combatem o stresse. Bem ensinadinha como sou, já comprei resmas de ambos os produtos. Quer-me cá parecer que me vou transformar num Gigante Coelho da Páscoa Cor de Laranja, por estes dias. (ou numa lontra da Páscoa, que diz que o chocolate também tem resultados muitíssimo animadores e eu... pois)

Já me ando cá a passar…

Mas não sou a única.


Por um acaso infeliz para um dos meus colegas (o filho está doente), o dia para mim acabou por melhorar muitíssimo, já que a reunião a que ele presidia hoje foi cancelada. Pelos motivos que tenho enumerado nos últimos posts, uma tarde livre num dia em que ia estar quinze horas seguidas na escola (sim, leram bem), é motivo para dar vinte pinotes de felicidade. Ora estava eu, muito contente, no intervalo da manhã, a contar isto a uma colega, quando outra se mete na conversa e diz “Com reuniões amanhã e quarta, não percebo tanto contentamento…” Pois não, não era ELA que hoje ia estar quinze horas na escola, é compreensível…

Nem lhe respondi. Ainda a falar com a OUTRA, dizia eu que amanhã vou passar a manhã a prestar declarações em tribunal por causa de um aluno da minha Direção de Turma, que este ano só me saem duques e cenas tristes, e que não ia dar aulas de manhã, ao que a outra respondeu que, com um bocado de sorte, aquilo ainda se prolongava para a tarde e eu tinha o dia todo justificado. Ia rir-me, quando, nova intromissão: “Então e o que é que vou fazer com os teus alunos de nono ano? É que EU é que vou assegurar a TUA turma…”. Não tivesse sido o tom, completamente idiota, com que ela falou comigo, e a coisa tinha sido resolvida no mesmo instante. Mas como eu estou mais do que farta de gente parva, limitei-me a responder calmamente que era a última aula antes do teste, portanto, “assim só por acaso”, seria normal fazer revisões e tirar dúvidas. De resposta, levei com dois encolher de ombros: um da simpática e outro da amiga, por solidariedade, que é um sentimento muito bonito, não fosse estúpido de todo, desta vez.

Primeiro, detesto que me falem com ar de quem estou a dever uma batelada de dinheiro que insisto em não pagar. Segundo, supostamente estamos todas mais ou menos a par, já que a dita mocinha dá também Inglês aos nonos anos, e vamos fazer testes semelhantes e no mesmo dia, coisa que estamos carecas de saber e de fazer, porque as turmas fazem parte do Projeto Mais Sucesso, ou não estivesse eu numa escola de vanguarda. Terceiro, isto vem de uma pessoa a quem eu andei a chagar para me ensinar as melhores técnicas para dar aulas aos miúdos do quinto ano, porque me disponibilizou os materiais todos esperando que eu me desenrascasse a aplicá-los, como se fosse a mesma coisa que no terceiro ciclo, quando não é, nem de longe, o que ela, que dá aulas a ambos os ciclos há dois anos, já deveria ter percebido. Quando lhe perguntei pela quarta ou quinta vez “como é que vocês ensinam isto?” a amiga ainda me respondeu “não tiveste pedagógicas na Faculdade?”. Ao que eu respondi, mentalmente, que sou muito controlada quando a irritação é séria “Senhor, perdoai-lhes que elas não sabem do que falam… havia de ser bonito aplicar as pedagogias do terceiro ciclo aos putos acabados de sair da primária. Ainda se fosse ao contrário…” adiante. Quarto, esta menina específica anda há semanas de trombas comigo. Já lhe perguntei três vezes o que se passa. Nunca é nada. Santa paciência, mas não lhe pergunto o mesmo uma quarta vez. A partir de agora, faço-me de parva e finjo que não é nada comigo. Está chateadinha, tem dois remédios: ou se trata sozinha ou vem falar comigo de uma vez por todas. Se não, que continue a mostrar má cara, que é para o lado que eu durmo melhor.


Já agora, não? Era só o que me faltava. Quarenta e cinco minutos de aula. Um teste de compreensão de leitura e audição na aula seguinte. Que tal, “abram os livros na página xpto e leiam o texto. Respondam às perguntas. Que tipos de perguntas existem? Quais são os pronomes interrogativos? Que significam? Sabem o vocabulário sobre o tema? Há dúvidas?” Qual é o drama? Enfim, se calhar também queria um plano de aula.


Mas como não sou de deixar ninguém pendurado (e numa aflição, pelos vistos, ‘tadinha), avisei os meus alunos de amanhã que lhes vou mandar por mail uma ficha de trabalho para fazerem nos 45 minutos e ma reenviarem para a corrigir. Também a avisei a ela, que nem se dignou a olhar para mim e virou costas. E aí fui eu que encolhi os ombros. E agora vou fazer a fichinha, para não haver mais stresses… e porque não tenho mais nada para fazer, não senhora. (estaria a treinar para Santa, não fosse a quantidade de vezes que já a mandei para sítios muito, muito, feios… tudo mentalmente, claro).

domingo, 20 de novembro de 2011

E ainda acrescento que...

... estou a menos de um mês de entrar em countdown para os "entas".
E depois de um dos piores anos da minha vida, em que mês após mês, tudo oscilou entre o péssimo e o menos mau, entre o pânico e o alívio, entre uma frágil estabilidade e a deceção absoluta, entre a esperança e a completa desilusão, e ainda assim levei tudo à minha frente tipo trator... há que recordar que fui operada, entrei em terapia, houve a suspeita da minha mãe ter cancro, estive várias vezes para cair para o lado, e me deram tudo, mas tudo, o que podia haver para fazer por uma única pessoa numa escola, desde oito turmas de vários níveis a dois cargos, fora as merdas que algumas pessoas que contavam para as estatísticas fizeram, depois disto, dizia, e a meio de um mês que supersticiosamente para mim sempre foi de perdas e danos, acho que está na altura de rodar a baiana e arcar com as consequências, sozinha, como sempre.
A nível pessoal, já me armei de vassoura e pá e comecei a limpeza de Inverno. Fora com o que só dá chatices, só dá preocupações e só nos magoa. Detesto mentiras. Detesto ilusões. Detesto acreditar seja no que for para depois ter que ver que não existe. Detesto que a minha confiança seja traída porque demoro muito tempo a confiar. Assim sendo, fora com tudo o que não é real. E segue-se a escola. Não vou entrar na segunda metade dos meus "intas" em modo de escravatura. Não vou ser mais escrava nem da minha ingenuidade com as pessoas, nem da mesma ingenuidade com as chefias.
Passei o ano inteiro a ser abordada por amigos que não me veem há meses, que telefonam, que escrevem, que insistem, que se preocupam, e a insistir, chamar para o pé de mim, abordar e preocupar-me com outros que, se não fosse eu, nem se lembrariam da minha existência. Para quem servi de segunda opção, companhia fácil, sobresselente ou substituição para quando nada mais existe de interesse maior, seja outras pessoas, outras festas, outros jogos de futebol, outros cafés.
Chega. Eu não sou a única pessoa da escola, nem sou a última hipótese de quem não tem mais nada para fazer ou levou negas do resto do mundo que convidou para sair. A Jade deixou, formal e finalmente, de se por a jeito.

Pelos cabelos!

Estou fartinha desta questão das semanas a fio de escola-casa, casa-escola. Sendo que, em casa, estou menos tempo que na escola. Estou farta das dez horas de reuniões semanais, mais coisa menos coisa. Reuniões que não trazem nada de novo, eficaz, eficiente ou produtivo e que cheiram a estratégia para prender pessoas no local de trabalho a pretextos obscuros.
Não é que a minha vida pessoal tenha algo de emocionante ou extraordinário, longe disso. Cada vez mais parece um deserto de emoções positivas. Só chatices, só desgostos, só decepções. Mas, como na vida de toda a gente, e eu não fujo à regra, a vida privada das pessoas tem uma parte, não muito atraente, é verdade, mas muito importante, que é a parte da organização. É aquela parte em que as pessoas vão ao supermercado, arrumam gavetas, põem roupa para lavar, dão um adianto à semana, passando a ferro ou arrumando a loiça que está na máquina, limpando o pó ao quarto ou tirando os cabelos do lavatório do WC. Aquela parte que nos permite viver mais ou menos civilizadamente. E, depois, há a parte do descanso, da saúde: aquela parte em que a pessoa faz opções, tipo ir ao ginásio ou fazer uma sopa em vez de comer outra vez um prato de cereais. Em que precisa de tempo para ir à farmácia, ou ir buscar o édredon de penas que pôs a limpar a seco há mais de um mês atrás. Aquela parte em que se deita numa cama feita de lavado a ler um livro que nada tenha a ver com escola.
Essas partes da vida têm-me sido roubadas semana após semana. E eu não admito mais isto. Se, ainda assim, levo com todas as chatices de uma vida privada, com problemas profissionais, sacanices de pessoas próximas e partos de amigas do peito, peço imensa desculpa, mas tenho que ter vida para me organizar, conhecer pessoas novas para voltar a acreditar na humanidade, comprar presentes para os novos bebés que aí estão não tarda, e dar os presentes de aniversário e Páscoa, antes do Natal, aos meus sobrinhos.
Lamento, mas isto tem que acabar. Dê lá por onde der. Medidas drásticas impõem-se. Para já, para ontem.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Blending



Disto é que eu gosto. Remaining unnoticed, blending with the environment.
Did you?
I didn't. Got pissed off by wishes that never came true. Ran out of hoping.
But good luck for you all!!!

Surpresas

Não gosto de surpresas. Nem boas, nem más. Mas hoje teria gostado muito de ser raptada para ir jantar a um sítio giro, com pessoas divertidas. Estou a precisar de me rir. Por outro lado, o cansaço é tanto, tanto, que nem pensar em pegar no telefonne para desafiar seja quem for para um Licor Beirão depois de jantar. Sou assim. Uma grande chata contraditória vencida pela inércia.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

É verdade...

... também vai ser maravilhoso deixar o telemóvel na sala, e não ao meu lado na cama, a fazer de despertador, como nas últimas semanas, fins-de-semana inclusivé. Cheira-me que amanhã vou acordar de noite...  por motivos diferentes dos costumeiros, quando o telemóvel toca às sete da manhã.

PDI

Tenho mesmo saudades dos tempos de faculdade, em que depois de uma ou duas semanas de stresse e pressão com avaliações, o que apetecia era ir beber copos e dançar para as discotecas até de madrugada, sextas e sábados. Hoje, depois destas semanas, estou uma cota mimalha. Se tivesse namorado, enroscar-me-ia no sofá e adormeceria com a cabeça no seu peito, a ver um filme da treta. Como não tenho, a conversa é a mesma, com a minha almofada da Kitty a fazer de peitorais masculinos. O sorriso e o ronronar, ainda assim, são os mesmos. E a maravilhosa ilusão de só descalçar as pantufas dentro de três dias, e me alegrar finalmente com o som da chuva a bater nos vidros.

Temos Porras?

Andei três semanas... três!, a sonhar com a quinta-feira à tarde em que não estaria ocupada e poderia ir dormir uma bela sesta depois de quarenta e tal horas de escola em três dias e meio de aulas. Era para ter sido hoje. Acontece que uma das intercalares não foi terminada no tempo regulamentar, e teve que ser adiada quarenta e oito horas. É hoje a segunda parte, às 16.30. Sesta, nicles, mas depois de três semanas seguidas a fazer doze horas de escola por dia, quatro dias por semana, achei que hoje já chegava. E estou na sala de professores, sim, mas com pacotes de caramelos de frutas e M&Ms de chocolate à frente, fones nos ouvidos com um álbum de Pink em altos berros, e, no écran, só blogues e facebook. Estou como os trabalhadores da Fábrica das Caldas: "Ai tenho mais uma reunião que me vai estragar a primeira sesta em condições que teria em semanas? Então não faço nem mais um cara*ho!!!"

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ternurinhas

Gosto quando os meus pintos do 5º ano me encontram no pátio ou na escada ou no bar e me puxam por uma manga, me obrigam a inclinar-me até aos cinquenta centímetros que medem, me passam uma mão à voltam dos ombros e com a outra escondem a boca porque é "secreto", - nunca, mas nunca, dizem segredo - e me murmuram ao ouvido: "não fiz o TPC". É que fico sem palavras. E nem para lhes ralhar as encontro.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Lei de Murphy

Numa semana em que ando desnorteada, cheia de trabalho até ao tutano, com pesadelos do reino do horror, e sem tempo para me coçar, eis que fico na escola a trabalhar de tarde, em vez de ir à bomba pôr gasóleo, como as pessoas normais. Graças às reuniões intercalares, sôdôna Jade sai da escola já a noite vai alta e bomba... vistezia. Fico apeada, apanho boleia de uma colega, chego a casa, a minha companheira de lar foi dar aulas à noite e chave... vistezia. Depois de muitos palavrões, com um frio da coisa d'avó, descubro o estuporado do porta chaves, entro em casa e tabaco... visteziu.
Má semana para o DOC estar de férias. Muito má semana. Quando ele voltar, já eu estou numa camisa de forças, a babar-me, de boca ao lado e olhos no sim-senhor do infinito.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Tenho dito.

A todos os que se queixaram, Outubro inteiro, do calor e do sol, e que não era normal, e que isto e que aquilo, enquanto eu andava toda feliz da vida, de alcinhas e saias e vestidos e afins, agora que estou enchouriçada em casa, de patas e nariz gelados, quero dizer que podem ir todos dar uma volta ao bilhar grande, porque se for ao pequeno, não apanham chuva suficiente nesses chocalhos.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cá se fazem...

Hoje, um quarto de hora passado da minha hora de terapia semanal, ainda sem as lágrimas com que brindo sempre o simpático que me atura no gabinete, ele pergunta-me: é esta a parte fundamental da tua vida, o trabalho, não? quero dizer, começamos as conversas sempre por aqui...
Ó diabo! Comecei-me a rir e contei-lhe a história do meu círculo de amigas da Faculdade, e dos nossos jantares de gajas, que na altura éramos mesmo um gajedo do pior, e os nossos jantares eram uma versão hardcore dos das meninas d'"O Sexo e a Cidade": desfiávamos um rosário de pormenores escabrosos dos nossos namorados, dos nossos ex, dávamos palpites do piorio para consubstanciar vinganças do arco-da-velha e, no fim... aturávamos uma amiga virgem que só falava de trabalho e gozávamos com ela. Quero dizer, não era bem gozar, porque nós gostávamos realmente umas das outras, mas chateávamo-la qb, mandávamos bocas foleiras e machistas, dizíamos-lhe as últimas e ríamos todas muito, incluindo ela. Afastei-me entretanto de algumas delas, dessa rapariga inclusivamente, mas a dura realidade é que o afastamento não impediu que me transformasse nela.
O meu terapêuta riu-se, mas não me gozou. E eu tive pena que ele não o fizesse, porque cá se fazem, cá se pagam, e eu não me admirava mesmo nada se essa miúda, a quem eu chateei o toutiço tantas vezes, estivesse agora casada, mãe de filhos, e feliz, enquanto eu sou a paciente que lhe entra pelo consultório uma vez por semana, lhe fala de trabalho e, quando o assunto muda para as coisas do coração, chora como uma madalena arrependida.
A terapia serve para nos auto descobrirmos. Descobri que tenho o karma de uma rameira, que estou a pagar nesta vida com um feitiozinho da treta num corpinho desminliguido e uma atitude de grande tansa. O nome científico que consigo dar a isto é que sou A Ursa Maior da Constelação Não-Te-Trates,-Não,-Que-Vais-Longe...
(e o meu terapêuta ainda me diz, sessão-sim, sessão-não, que quando achar que não pode fazer mais nada por mim, me diz de imediato, que não gosta de enganar ninguém. Belo consolo... no dia em que ele me disser isso, e me estampar no focinho o rótulo de "doida varrida incurável", ou me explode uma veia, ou trato logo de cortar os pulsos... mentirinha, shrink, mentirinha, que gosto pouco de javardeira e depois lá vinha o CSI Cidade-de-Deus investigar as pistas no meu quarto que não é limpo há quinze dias, e isso era uma vergonha... até para uma leide-cadáver! (leide que é leide não perde a pose nem MORTA!))


Onde se lê "hoje", leia-se "ontem", que só agora dei conta que já passa da meia-noite, porque me parece que ainda agora cheguei e jantei, o que não está muito, muito, longe da realidade.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Dias Difíceis

Eu peso menos de cinquenta  quilos, pá. Meço mais de um metro e sessenta e cinco. Pareço um pauzito de virar tripas. Ainda assim, na segunda-feira trabalhei das nove e um quarto às vinte e três e trinta; Ontem pouco tive de feriado, a não ser levantar-me mais tarde e passar umas horas a jogar no facebook. Hoje, é das oito e meia ao meio dia, depois terapia, a vinte e cinco quilómetros da escola, do meio dia e meia à uma e meia; às duas, tenho que estar novamente na escola para uma ação de formação, até às seis, hora a que começa um conselho de diretores de turma que, se acabar antes das nove, já me dou por feliz.
As quartas-feiras são sempre dias infernais, por causa das consultas à hora de almoço, que me deixam de rastos, olhos inchados e estômago a roncar, mas costumam acabar às quatro e pouco da tarde. Isto, no meu horário oficial, aquele que estabelece as horas que me pagam. Normalmente, nunca chego a casa antes das seis, mas isso são pormenores sem grande interesse para chefias e estado.
O que interessa mesmo é que amanhã é outra vez das oito e meia às vinte e trinta, porque tenho outra ação de formação e, por isso, rio-me histericamente quando me dizem que o governo vai passar os horários dos professores das vinte e duas para as vinte e quatro horas letivas. Pergunto eu, mas em quantos dias? É que eu faço-as, já habitualmente, em dois, mais coisa menos coisa.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Inconsciente

Como não podia deixar de ser, depois de vários meses de sentidos adormecidos, seguidos de uns últimos dias de saudosos suspiros inexplicáveis, hoje sonhei outra vez contigo. Já não acontecia há muito, e foi quanto bastou para  serem ainda dez da manhã e já me ter surpreendido meia dúzia de vezes a olhar pela janela da sala de professores, à tua procura, tipo milagre materializado, príncipe cavaleiro salvador de princesas enclausuradas em torres.
Só eu mesmo, triste imbecil, para esperar por milagres em Dia de Bruxas.