quarta-feira, 19 de outubro de 2011

No news...

... is good news.
Às vezes precisamos de um tremor de terra que nos abale as estruturas para dar valor ao que temos e de que tantas vezes nos queixamos. Foi o que me aconteceu no final de setembro. A possibilidade concreta de a minha mãe poder estar gravemente doente, o pesadelo dos exames, das intervenções cirúrgicas, a espera, as biópsias, os resultados, tudo isso me fez entrar num whirlpool de medo denso e escuro.
Passou tudo para segundo plano. A minha vida foi trabalhar como uma louca, de semana, e ir para Lisboa ajudar a minha mãe, acompanhá-la e dar-lhe mimos, ao fim de semana. E quando vieram os resultados, "tudo em ordem, tudo bem", senti os ombros, o pescoço e as costas literalmente relaxar, quando já nem os sentia tensos, do hábito de andar em compressão muscular. E dormi pela primeira vez como deve ser, de segunda para terça, depois de vinte e seis dias de insónias intercaladas de pesadelos.
Foi um mês que, de certa forma, mudou um pouco a minha vida, o meu modo de pensar, de agir e de estar. Dediquei-me de alma e coração ao trabalho e aos alunos... porque precisava muito de ter no que me concentrar e ao que me agarrar, precisava muito de afastar a cabeça do pânico e de encontrar para onde escoar carências, carinho, revolta e agressividade. Os alunos permitem-nos todos estes estados, num único bloco de noventa minutos. E, por outro lado, retribuem, interessam-se e não nos deixam parar, puxam por nós. Para além disto, este ano tenho cargos de que depende o bom funcionamento de parte dos órgãos pedagógicos: coordeno diretores de turma e professores de inglês de terceiro ciclo, por exemplo.
Também tenho muito que ler em casa, e muitos episódios das minhas séries favoritas, novinhos em folha, para ver.
No meio do pesadelo, fui ver o espetáculo da Rita Redshoes com alguns colegas de escola e jantar fora duas ou três vezes com eles porque quem sai da escola depois das oito da noite dias e dias seguidos, às tantas só quer mesmo comer e beber uns valentes copos de sangria de frutos vermelhos. E ainda tive tempo para arranjar o JadeMobile, que está trnsformado numa máquina infernal que facilmente dá os 160 não se atrevendo a dar mais porque a dona não deixa.
Depois do alívio, olho para trás e vejo que o susto me deu responsabilidade acrescida, sensibilidade triplicada, força de vontade para trabalhar e cumprir tarefas em dobro e... uma indiferença total aos assuntos do coração. Parece, finalmente, que estou bem sozinha, me basto a mim própria e consigo cuidar de mim e dos que amo sem precisar de namorado, marido, amigo colorido ou qualquer outra nuance relacional.
Basto-me a mim mesma: tenho trabalho que me chegue e sobre, tenho com quem sair, se me apetecer, e com que me entreter, se quiser estar em casa; já não tenho cabeça, nem paciência, nem vontade, nem disposição, para aturar outro ego que me contradiga, me coloque em segundo plano, me troque por um modelo mais giro, me pretira, ou me partilhe com outra tipa qualquer.
Não. Há coisas bem mais importantes para fazer na vida que dar com a cabeça nas paredes por pessoas que nunca viram em nós uma prioridade, mas um acessório que se usa quando tudo o resto nos falha. Está bem que é mais fácil ficarmo-nos a lamentar, eternamente presos aos Fantasmas dos Natais Passados, de Dickens, do que reagir à perda sem dramas e seguir em frente com a nossa vida, menos uma... preocupação, ou chatice, ou amargura.
Dizem que, com o tempo, a deceção acaba por passar e dar lugar à indiferença ou, no máximo, a um sentimento ácido e arrogante de "your lost". Mas eu lido muito mal com o tempo, e esse momento para mim sempre tardou muito em chegar. Foi preciso materializar-se à minha frente a possibilidade de uma perda real, para que as perdas ficcionais de que me lamentava ocupassem o seu verdadeiro lugar, que é nenhum, no meu espírito. 

domingo, 18 de setembro de 2011

Está difícil

Não sei o que se passa comigo, que ando com um sono terrível. Daquele tipo de sono incontrolável que, a qualquer hora do dia e faça eu o que fizer, cabeceio, bocejo, sinto as pálpebras pesadas. Bolas! Ver testes tem sido um inferno e ainda falta o resto...

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

A tradição...

... continua a ser o que era.
Para variar, sexta feira livre, montes de planos para adiantar trabalho, são cinco e meia da tarde, trabalho "visteziu", cheguei agora do ginásio, vou tomar um duchinho, dormir uma sestinha (que para sexta feira me levantei de madrugada: ainda não eram onze da manhã!) e vou jantar fora com uma amiga.
Para quando, uma sexta feira produtiva???

Fim de Semana

Mais uma vez, o meu horário de luxo permite-me não ir à escola às sextas. Desta vez, contudo, o fim de semana está tão cheio de trabalho para fazer que até me dói o corpo todo só de pensar nisso. E pior é saber que não vei ser caso único... a minha vida está transformada em dias a apagar fogos uns atrás dos outros, e o trabalho reproduz-se como coelhos taradões. (suspiro)
Não me apetece. Apetecia-me um banco de jardim, um fim de tarde fresco, um livrinho interessante ou apenas o silêncio.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Se houver mais alguém com a mesma dúvida...

Alguém muito próximo perguntou-me recentemente: "Olha lá, Jade, como é que tu soubeste que era finalmente altura de procurar terapia?"
A pergunta tem razão de ser. Com tanta bagagem podre emocionalmente, muitos achavam que eu já o devia ter feito há muito, e que era uma questão de teimosia, de capricho e de preconceito. Como tal, pensaram também que mais depressa me suicidaria do que tomaria essa iniciativa. E era vista como um rochedo resistente a todas as tempestades. Uma rocha que colapsaria muda, sem pedir ajudas a ninguém, orgulhosa.
Não quer dizer que estas assumpções fossem erróneas, pelo contrário. Como disse ao meu terapêuta, quando ele me perguntou sensivelmente o mesmo, não o tinha feito até então por preconceito e falta de dinheiro. São tratamentos longos, com progressos pouco evidentes e custam uma pipa de massa. Nesse caso, por que mudei eu de ideias? Não ganhei prémio nenhum no euromilhões e estamos em tempos de crise, é verdade.
Procurei ajuda porque deixei de ser funcional. Funcional nos meus exigentes parâmetros. Ia para a escola e só não chorava nas aulas. Chorava o caminho todo, chorava nos intervalos, metida na casa de banho, chorava no bar e na cantina. Inventava alergias que me justificassem o péssimo aspecto e não conseguia desligar o cérebro do que me entristecia, do que me deitava abaixo. Martirizava-me com pensamentos circulares. Tremia por todos os lados. Quando e se adormecia, exausta, sonhava sobre o assunto. Não tinha paz. Andava esgotadíssima e entupia-me de vitaminas.
Procurei ajuda por medo. Por medo de ir para um sítio escuro da mente e de não haver regresso. Por medo de dar em doida. Por medo de deixar de fazer sentido. Por medo de perder o meu lugar na profissão, no Mundo. Por medo de fazer definitivamente a passagem para o lado de lá, para as margens, para o limbo. Assustei-me. E ainda bem. O medo é uma força poderosa, um beco escuro, húmido e mal-cheiroso. Às vezes, esse beco nojento é a nossa salvação.
Por outro lado, achava que antidepressivos não iam resolver o ponto a que me tinha deixado chegar. Considerei que era preciso uma mudança mais profunda e a verdade é que, hoje e agora, agorajá, como diria o O'Neill, se deixasse os comprimidos iria, sem dúvida,  regredir imenso, mas já teria algumas armas psicológicas a que me agarrar, já teria percorrido algumas veredas do meu labirinto pessoal, e já teria aberto algumas portas. Só por isso, já me sinto mais forte. Só por isso, quero continuar, para descobrir até onde tudo isto me pode levar. Oxalá seja a um porto bem mais seguro que o cenário a que estou, há tanto tempo, mal acostumbrada.

Estratégias

Eu gosto de partilhar truques. Aqui vai o desta semana: pus ao serviço um saco preto que eu tenho, muito fofo, com dúzias de Hello Kittys, e que dá para roupa suficiente para um fim-de-semana. (dos de Inverno, vá, mas só roupa). Enfiei-lhe lá dentro meia dúzia de t-shirts, dois pares de calças, uns quantos sacos de plástico, uma daquelas garrafas de alumínio ou o raio (não é Suiça, não, foi mesmo oferta de um produto qualquer da Dove) e os meus ténis (sapatilhas, para os puristas do Norte). Resultado: estou sempre pronta para pegar no saco e ir para o ginásio. Até o posso deixar no carro de uns dias para os outros, é só meter a roupa suja num saco de plástico e trazê-lo para cima. E, já agora, lembrar-me de encher a garrafa de água também dava o seu jeito: a técnica é um work-in-progress, claro está, ou não me chamasse eu Jade do despistanço, ao seu dispor.
Esta semana já fui ao ginásio dois dias... e seguidos! Estou inscrita há mais de um ano e acho que foi a primeira vez. O facto da treinadora me ter dito que eu faço pescoçais em vez de abdominais é apenas um pequeno pormenor de ordem técnica, que não interessa nada, já que a barrigada de riso lá servirá de abdominal, quer se queira, quer não.

Competição Pessoal

Este mês, ando a ver se ganha o número de posts, ou o número de idas ao ginásio. Por enquanto, o blog anda às moscas... e mesmo assim vai à frente.

Pérolas do Malato

Não vou falar do episódio do Malato de hoje porque... não.
Mas no de ontem, ele às tantas disse "eu não sou uma pessoa nada feliz. Sou bem-disposto, o que é completamente diferente". Grande verdade. Os meus mais próximos (família, amigos, colegas, alunos) dizem que eu tenho muito mau feitio. Mas a verdade é que, no meio de tanta resmunguice, sou muitíssimo boa onda e o pessoal tende a estar sempre a rir ao pé de mim, porque vou do doutoral ao brejeiro num microssegundo, porque emprego expressões muito peculiares, porque, como dizem os meus meninos, eu estou séria mas os meus olhos estão quase sempre a rir-se.
Digamos que quem acha que eu sou mal-disposta, sombria, fúnebre, amarga, me deveria ter conhecido em Março. Isso sim. Andei muitos meses sem conseguir rir com vontade, ou dizer uma piada parva que fosse. Agora, às custas de muito trabalhinho, estou outra vez uma moça bem disposta. Quase como era. Quanto ao feliz... isso, Malato, só nós dois é que sabemos, são outros quinhentos.

domingo, 11 de setembro de 2011

11 de Setembro

Passaram dez anos e tanto eu como toda a gente que eu conheço, cujos artigos leio ou nos depoimentos televisivos que vejo, se lembra exactamente de onde estava e a fazer o quê. Acho que isso diz tudo.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Setembro

Novo ano escolar.
Este ano vou dar Inglês a uma turma de 5º ano. Pois. Se eu quisesse dar aulas às crianças do 2º ciclo, teria ido para uma ESE. Não tenho jeitinho nenhum para estes seres acabadinhos de sair dos cueiros. Um deles tem por hábito fugir da escola e ir para casa quando as coisas não lhe agradam. Ora como eu lhes vou dar o segundo bloco da manhã, acho que o puto vai almoçar mais cedo. Isto, para dizer o mínimo. Isto, para não entrar em detalhes. Isto, para não começar já a estrebuchar. Que, sejamos sinceros, vontade não me falta. Vai haver um aumento notável de crianças nos pedopsiquiatras da cidade. É isso e processos judiciais contra a bruxa de Inglês. O ano promete, lá isso...

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Ah, já me esquecia...

... neste final de férias, acabei por ler, apenas, A Companhia de Estranhos, thriller histórico; O Céu Existe Mesmo, depoimento; umas páginas de 1 Km de Cada Vez, crónicas de viagens. O meu livro de cabeceira, agora, é O Assédio, romance histórico, que não sosseguei enquanto não tive na mão, depois das maravilhas que ouvi no Câmara Clara. E estou a gostar bastante.

Pois que foi muito bom...


...mas acabou-se.
Acabaram-se os dias de praia e piscina, e leitura e cinema, e passeios e jantares... e compras, pulseiras, livros, sandálias... chuif!
Não tarda, o relax dará lugar ao stresse de reuniões e aulas e miúdos barulhentos e graúdos um bocado parvos, e ginásio e supermercado, e levantar cedo e tarefas domésticas, e trabalho de casa e correcção de testes. É melhor pensar que também vem aí a época do chocolate quente, senão vou deitar-me e pôr o despertador para a Primavera.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Back to School

Ontem fui apresentar-me à escola com um tipo de náusea e a sensação de que um mês passou em dois dias. E eu gosto do que faço, quero dizer, gosto muito da parte das aulas. E depois, encontro alunos e ex-alunos no Face e a náusea passa-me. Até fico com algumas saudades, confesso. Ainda assim, embora esteja bastante melhor da cabecinha e do corpinho, muito mais relaxada e funcional, não consigo deixar de me sentir apreensiva por estar um novo ano à espera. É que, caramba, tenho um bocado de medo de não me aguentar à bronca com a correria que aí vem. Não me sinto preparada, não me sinto a cem por cento. Mas acho que deve ser como aquelas pessoas que esperam pelo momento certo para ter filhos e ele nunca vem, por um motivo ou outro. Se calhar, depois de seis meses de férias, ainda assim, sentiria não estar à altura. Tenho que trabalhar nesta minha insegurança mental, que surgiu com a depressão, sinto-me sempre demasiado vulnerável para o meu gosto. Estou habituada a que o lado profissional seja sempre aquele que salva a minha auto-estima porque, convenhamos, sou boa no que faço e os meus alunos retribuem em carinho aquilo que lhes dou em sermões, missas cantadas e pares de berros.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

O Reverso da Medalha #1

Tenho para mim que toda a Bela tem o seu Senão. A propósito disto, o Pedro Rolo Duarte tem um post no seu blogue muito bem escrito, como sempre, sobre as sardinhas e a temperatura da água do mar este Verão, em que defende que quer a Bela e o Senão. Pois é, Pedro... querias que fosse Natal todos os dias, já agora?
Uma das grandes provas de que nada de bom vem sem consequências é a minha enoooorme lista de qualidades, que vêm, todas elas, com um grande "mas" à frente.
Hoje escolhi uma das minhas melhores qualidades, a seu tempo postarei outras: sou uma mocinha muito pontual. É raríssimo não chegar a horas, seja ao que for. Qual é o reverso da medalha? Não espero mais de dez minutos por ninguém e, se a isso for obrigada, tenho o dia estragado e estrago o dia ao idiota que me deixou pespegada. É fatal como o destino.

domingo, 14 de agosto de 2011

(Des)culpas esfarrapadas

A Susi é uma das minhas melhores amigas. Também é uma das mais antigas, diga-se, em abono da verdade, que sou péssima a manter contactos e falo com pouquíssima gente dos meus tempos de escola, e apenas por facebook. A Susi e a V., guardo-as dos tempos de Faculdade, quase há vinte anos. E sabem tudo o que de importante se tem passado na minha vida desde aí.
Acontece que a Susi, ao contrário da V., mora na mesma cidade que eu. Uma cidade tão grande que, cada uma morando na sua ponta, a minha casa fica a sete minutos de carro da dela, mais coisa, menos coisa. E a Susi não me vê há seis meses. Nem falava comigo por telefone aí há uns quatro. Culpa minha, que não lhe retribuía as chamadas, nem lhe respondia às sms. Numa cidade como a nossa, ela sabia que eu estava viva: havia sempre alguém que me via no supermercado, na bomba de gasolina, ou num desses sítios por onde me arrastei obrigada nestes últimos tempos. Houve sempre alguém que lhe disse "eu vi-a, parece bem.".
Ao longo destes meses, pensei em telefonar-lhe milhares de vezes, em mandar-lhe sms, centenas, e em ir a casa dela, umas dezenas. Desisti sempre, por razões várias e, sobretudo, por não me apetecer mexer-me para lado nenhum. As pessoas que vi neste período de tempo foram as que me bateram, literalmente, à porta de casa e me arrastaram, (quase) literalmente, porta fora. Disse muitas vezes que a minha depressão não era politicamente correcta, e que lamentava: os mais próximos, incluindo a minha mãe, pareciam achar que eu tinha todas as razões para me enfiar em casa a dormir, desde que isso não afectasse a relação que eu tinha com cada um, em particular. Infelizmente, afectou todos, sem excepção.
Como me forcei a funcionar profissionalmente, e o que faço exige comunicação constante, energia qb e muito auto-controlo, de cada vez que saía da escola instalava-se-me um silêncio poderoso. Vindo da alma, do cosmos, de Deus, sei lá de onde. E isso não mudou, melhorou, mas não mudou. Habituei-me a um conforto isento de palavras, de sorrisos, de trocas. Habituei-me a tudo aquilo que a maior parte do Mundo diz ser contraproducente num estado depressivo, mas que a mim me faz bem, me recompõe e me dá algum estômago para continuar.
A Susi é uma das minhas melhores amigas, e telefonei-lhe esta semana. Disse-lhe, estou viva, ela respondeu, eu sei; logo a seguir, disse-lhe, desculpa, e ela disse, não sejas parva, onde é que nós ficámos? Pusémos a conversa em dia, expliquei-lhe como pude, em vinte minutos, as andanças de seis meses, e disse-lhe, à despedida, eu telefono-te (à espera, pelo menos neste instante, de um comentário mais sarcástico). Ela respondeu, até breve. Também por isto, a Susi é uma das minhas melhores amigas.

E como acho que é pouco...

... ter livros por ler desde a feira do livro de 2010, que este ano nem tempo nem disposição tive para lá pôr os pés (é a chamada anadonia, aprendi recentemente...), hoje fui à FNAC e tive que trazer mais uns quantos, que sou ursa. Incluindo o segundo livro sobre desenho e pintura, que não tenho talento, mas tenho vontade, e desenhar tem sobre mim o mesmo efeito que os puzzles têm sobre a Mzinha. Se trocássemos de hobbies, acho que já tínhamos partido o estaminé todo, de frustração.

sábado, 13 de agosto de 2011

Literatura de Férias

Já marcharam O Deus das Moscas, romance; A Rapariga que Inventou um Sonho, short-stories; o Eduquês (...), ensaio/educação; Depressivos Somos Nós, tese/psiquiatria; Passos Coelho, Um Homem Invulgar, biografia; Netherland, romance; A Avaliação no Quotidiano de Sala de Aula, tese / pedagogia; Ninguém Escreve ao Comandante, Novela;

(Alguns, foi questão de terminar de os ler, que comecei-os e abandonei-os vezes sem conta ao longo do ano lectivo; mas tendo em conta o calibre do dito ano, pelo menos consegui resistir à idiotia da literatura de cordel, tipo MRP ou Nicholas Sparks, o que já não é mau de todo. Em espera: A Companhia de Estranhos, thriller histórico, Movimentos de Arte Contemporânea: o Pós-Modernismo, ensaio / artes plásticas e A Língua como Projecto Didáctico, ensaio / didáctica).


Acho que sou uma pessoa, para dizer o mínimo, eclética.