quinta-feira, 19 de maio de 2011

Detesto...

as quintas-feiras, este ano. São dias que nunca mais acabam, que começam sempre mal depois da costumeira noite mal dormida, em que vejo putos a entrar e a sair das minhas aulas tipo tapete rolante de uma fábrica de parafusos, e em que me apetece sempre fugir. Na semana passada, faltei. Hoje, estou cá. Mas com uma vontade louca de me pôr a mexer. É muita hora rodeada de muita gente. E eu não estou para o social. Apetece-me um cobertor para pôr em cima da cabeça. Ou um quarto escuro para me esconder. Em vez disso, encaro as mais de seis horas ao serviço que ainda me restam com uma neura insuportável.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Singularidades...

... de uma rapariga com madeixas.
Não estou loura nem morena, estou assim como a entremeada, mas com menos gordura. Ultimamente sou tão assim-assim que nem a cor de cabelo escapa ao morno e ao indefinido. Logo eu, pois. Tenho andado a pairar num tanto-faz, não me chateiem, não fervo, nem em muita, nem em pouca água, e os dias arrastam-se iguais e pesados, como anda o tempo antes da trovoada.
Simplesmente hoje, depois de exactamente três meses disto, D. Jade trovejou. Costumava chamar a estas trovoadas o momento em que "via tudo preto" mas, na verdade, conviver com uma depressão como esta que tenho agora, mostrou-me que não, que afinal o que vejo nestes momentos é a luz. Vejo tudo preto quando não vivo, quando sobrevivo indiferente. Costumava dizer que "me passava". Quando realmente "me passei", as coisas foram muito diferentes. Hoje trovejei e senti-me viva, ou melhor, reconheci-me por uns breves instantes. Pisaram-me os calos e eu, finalmente, senti. E aquilo que eu achava antes ser sintoma de desequilíbrio (as explosões, a minha intempestividade, a minha agressividade) é uma singularidade minha, e sintoma de que tudo está exactamente onde deveria estar.
Não quero dizer com isto que esteja curada. Nada disso. Muito, muito longe disso. Dependo de comprimidos para funcionar e funciono nos mínimos e mal. Não há dia nenhum que não me lembre de tudo o que me faz infeliz. Não há dia nenhum em que não lute para mudar o que depende de mim. Não há dia nenhum em que ganhe essa batalha. Como disse ontem, sinto que os progressos são insuficientes, lentos e pouco dignos de orgulho. Na maior parte do tempo, sinto-me frustrada, fraca, estúpida e muito infeliz. Embora esses sentimentos sejam, como tudo o resto, mornos e indiferentes. Mas hoje, pela primeira vez, senti o morno afastar-se por breves instantes. Preferiria que tivesse sido por um bom motivo. Preferiria ter tremido por uma enorme alegria ou um nobre sentimento. Preferia que tivesse sido um sorriso, ou uma gargalhada, ou um corar de orgulho. Mas a fúria fez o mesmo servicinho e para quem é, bacalhau basta. A Jade deu um ar da sua graça, apareceu e desapareceu, mas trouxe a confiança de que nada é definitivo.

terça-feira, 17 de maio de 2011

(In)Capacidade

Hoje, em therapy, perguntava-me o Doc como me fazia sentir ouvir-me a mim própria dizer de forma tão taxativa "não consigo", "não sou capaz de". Expliquei-lhe que era uma questão contextual. Que não ser capaz de fazer determinadas coisas me fazia, por um lado, mais inteligente. Outras incapacidades me tornavam, sem dúvida, muito melhor pessoa. Nunca fui manipulável e idiota ao ponto de me meter em sarilhos por me dizerem "não és capaz de...". Assumo logo que não sou. Tipo roubar chocolates em supermercados, dizer palavrões em voz alta numa aula ou beber seja o que for a penalti para ser o palhaço de serviço. Também não sou capaz de me calar perante uma injustiça óbvia mesmo que seja com alguém que não simpatize, não consigo passar por cima de ninguém em proveito próprio, nem consigo invejar ou deslumbrar-me seja com quem for pelo que tem. Sou destituída de interesse por dinheiro ou estatuto, por grandes carros ou grandes tachos.
No contexto em que disse hoje "não sou capaz", contudo, senti-me péssima. Sinto-me péssima quando não sou capaz de agir para melhorar as coisas. Quando tenho que assumir que está apenas nas minhas mãos e me sinto, apesar disso, impotente para, por exemplo, deixar de fumar, ou chegar a casa e me agarrar às tarefas domésticas ou às burocracias escolares, ou quando não consigo, como não consigo há meses, pegar no telefone e convidar alguém para tomar um café ou simplesmente conversar. Isso faz-me sentir mal. Tal como me faz sentir mal o próprio "sentir-me mal" sem ter problemas graves que o justifiquem. Tal como me faz sentir mal ser obsessiva em relação a pessoas que se estão completamente nas tintas para mim, me fazem sofrer ou me desejam realmente o pior, pessoal ou profissionalmente. Tudo isto são incapacidades que eu tenho e que são, a meu ver, injustificáveis e sinal de fraqueza de espírito.
Tanta inteligência, tanta perspicácia, para quê, diga-me lá... sou obsessiva sem ser compulsiva?
O meu Doc pergunta-me (é mesmo verdade que os psiquiatras respondem às perguntas com perguntas) se a palavra não será determinada ou persistente em vez de obsessiva.
Respondo-lhe que não, a determinação e a persistência materializam-se na acção e não na desistência e na procrastinação. Verdade, Jade, mas não estarás a agir sempre que optas por vir às sessões, tomar os comprimidos, levantares-te da cama e ires dar aulas?
Parece, afinal, que a juntar a todas as outras incapacidades, as boas e as más, sou incapaz de me contentar com progressos que nem assumo como tal. Que vejo como obrigações absolutas ou questões de pura sobrevivência.
Passados três meses de luta, ainda sou incapaz de me sentir fisicamente capaz de lidar com as minhas incapacidades emocionais. E era só isso que eu queria, ter forças físicas para fazer do quotidiano funcional algo que não me pesasse toneladas. E o Doc riu-se quando lhe disse "Parece que ando mesmo a pedir uma tragédia, para ver se abro a pestana, dou valor ao que tenho ou arranjo um motivo honesto para chorar." Gostou da expressão "andar a pedi-las". Gostou da expressão "abrir a pestana". Acho que sou tragicamente fadada para um "desespero lúcido", que é a maior das contradições, suponho eu. Ele não vê contradições, por exemplo, no facto de eu ser ao mesmo tempo exigente comigo e mesma auto-indulgente que até mete nojo. Eu não consigo perceber como é que ele vê em mim uma pessoa recuperável emocionalmente. Uns mesinhos, dizia ele hoje. Depois de anos a criar vícios emocionais e a repetir erros, uns mesinhos... e a minha tendência para o sarcasmo: mesinhos? que optimismo, Doc, que optimismo!...

sábado, 14 de maio de 2011

Today


I'm like this. And it sucks.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Para o Zeca





A homenagem que faltava, bem merecida, ao meu terceiro mosqueteiro. (antes de resmungares, lembra-te que os U2 continuam no top dos tops das minhas bandas favoritas)

É mesmo à tuga...

O nosso povo tem grandes qualidades, sendo uma das mais importantes a generosidade. Mas é uma generosidade in extremis, em alturas de catástrofe óbvia. Aí, o tuga mobiliza-se, vira-se do avesso, contribui para campanhas, voluntaria-se para dar parte do seu tempo e dinheiro para socorrer os outros. É uma pena que, no dia-a-dia comezinho, o tuga tenha muito mais tendência para a inveja, a chico-espertice e o umbigo. E depois, as coisas acontecem.
Quando o Conselho Pedagógico da minha escola aprovou sem pio a vontade da Directora de fazer dos nossos alunos de nono ano cobaias para testes intermédios a todas as disciplinas teóricas, como bem se lembram, D. Jade vociferou, berrou e deixou longos protestos nas actas das reuniões de todos os órgãos em que tem assento. Também vociferou, berrou e deixou protestos na sala de professores e no gabinete da Direcção. Toda a escola (à excepção da colega de Ciências) se manteve impávida e serena. Ainda vi, na maior parte das vezes, sorrisos paternalistas. Ainda ouvi, algumas vezes e de gente mais frontal, que, se os professores de Língua Portuguesa e Matemática eram "os suspeitos do costume" ano após ano, e passavam a vida a ser pressionados, "era justo" que os outros comessem pela mesma medida. Sei que, como fui eu que mais perdi a cabeça com este argumento, me recusei a ter aulas assistidas e a compactuar com esta avaliação de docentes até onde pude, muita gente deve ter pensado que eu tinha apenas medo dos resultados. Houve muita gente com um gostinho especial, eu sei, por finalmente me ver ser passado o tal atestado de incompetência em praça pública, porque "tenho a mania que sou boa", porque até leio uns livros e não faço disso segredo, porque escrevo bem e não tenho medo de escrever actas, porque corrijo erros de colegas, and so on, and so on.
Amanhã é o teste intermédio de interacção oral de Inglês. Quando pus a questão sobre a organização do mesmo à Directora, e disse que ia ser complicado arranjar tempo e recursos para o fazer, ela respondeu "não se preocupe com isso, que isso é trabalho para secretariado e direcção." Pois.
Se não fosse eu, a andar de um lado para o outro, a fazer perguntas inconvenientes e a tratar de tudo, amanhã não estava nada feito. E ainda ouvi bocas: "tu que és a chefe dos intermédios", "já que tenho que trabalhar na minha tarde livre, depois pagas um café", merdas destas. Até os funcionários da escola vieram ter comigo a perguntar se eu não tinha vergonha de fazer "aquela maldade aos meninos, coitadinhos" (porque eles, funcionários, também têm que ficar mais quarenta e cinco minutos que o horário que cumprem à risca, e toda a gente sabe que quem manda na escola sou eu, por acaso).
Ocorreu-me hoje varias vezes um provérbio tibetano milenar, muito sensato e adequado à ocasião, que começa por "vai para" e acaba em "alho". Mas não o disse. Estou à espera de um momento mais apropriado, que não tenho dúvidas nenhumas que esteja para breve.

domingo, 8 de maio de 2011

Domingos






A cor-de-rosa custam menos.

Pois, mais essa...

E à conta dos Velvet Carochinha, foi mais um tabu ao ar. Fiz as pazes com o youtube. Aos poucos, aos poucos... enche a galinha o papo!

Não percam



O que de melhor tenho visto a ser feito nas escolas portuguesas. Abaixo os projectos para Inglês ver, e a parvoeira que se faz à conta da avaliação docente. O nosso governo, que tanto contribuiu para a nossa desacreditação pública, leva aqui uma enorme estalada de luva branca! (O refrão, ai Nossa Senhora, o refrão!...)

sábado, 7 de maio de 2011

...


A Angela Merkl adoptou um pinguim. Chama-se Alexandra. Gosto mesmo destes simpáticos. Sempre aprumados, sempre de bem com a vida.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Um dia destes...


Experimento pintar um quadro.

Não duvidem...

... até porque ando tipo Dori, a peixinha do Nemo. Desmemoriada. Não celebraria mais de vinte segundos e era capaz de perguntar, umas horas depois, quem tinha ganho. A piada da semana (os meus colegas agora divertem-se às minhas custas), foi um mocinho lá da escola virar-se para mim e dizer, oh Jade, tu amanhã lembra-me de que... e eu, se calhar não é muito boa ideia pedires-me isso, mas ok, vou tentar. No bloco seguinte, armada aos cágados, digo à malta da sala de professores: estou a recuperar a credibilidade! Vejam lá que o Zé me pediu, logo a mim, para lhe lembrar amanhã de uma cena para os testes intermédios! Perante o meu sorriso de satisfação, uma colega minha, com a tromba enfiada num livro, pergunta, a olhar-me de esguelha, ah sim? e de que é que tens que o lembrar? Eu páro um microcabrão de um segundo e digo, estupefacta (que até a mim me surpreendo), epá iss'agora... não sei, esqueci-me!
E vou levar com esta até ser velhinha, olarilas!

Parêntesis

...não me tomem por arrogante, que não posso dizer que a derrota do Benfica não me tenha valido um sorrisinho de satisfação. Mas foi assim pequenino e sem comentários, cinco segundos depois já eu tinha mais que fazer e em que pensar. E antes que os lampiões venham para aqui armar a giga do costume, se fosse o meu clube, ainda assim e como ele anda, em vez de cinco segundos teriam sido aí uns vinte... não mais que isso.

Agora sim...


Estou de fim de semana. Mas para o tamanho da dita, sinto-me em fim de mês. Ou em fim de ano. Arre, chiça, que isto tem sido a doer! E promete continuar ao mesmo ritmo.... tanto fogo para apagar, tanta coisa que tem que ser feita para ontem, tanto problema a chover-me na telha com que ando, tanta chatice dá, pelo menos, para relativizar as coisas: no meio disto tudo, abençoados os que, como alguns que conheço, têm por principal zanga, ou suprema felicidade, os resultados das suas equipas no futebol. Ele há gente com vidinhas simples, que inveja. Já estou como a Christina, some girls are born simple, others are born... me!

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Dilema do Dia

O meu levantar foi muito irónico. Estive mais de um quarto de hora a mandar o despertador tocar de cinco em cinco minutos enquanto me mentalizava que hoje merecia meter um dia de férias. Bolas, estou exausta. Mal me consigo mexer. Tinha o dia cheinho de aulas e uma reunião ao fim da tarde. Por entre mil desculpas maravilhosas, vinha "a outra" dizer que o primeiro bloco era a última aula com um nono ano antes do exame de interacção oral dos putos. Uns minutos de auto-indulgência a seguir, "a gaja" gritava que não podia faltar à reunião de validação de competências dos adultos da noite. Virava-me para o lado e fechava os olhos com força, e "a fulana" abanava-me aos guinchos, depois do post que escreveste ontem à noite é isto que fazes hoje de manhã?
A "grande estúpida" ganhou. Levei uma sova de dez horas de trabalho. E, ao contrário do que é costume, nem de fim-de-semana estou, que amanhã estou convocada para a aplicação de provas de aferição.
Bem vistas as coisas, o dilema é se tanto trabalho me deprime ou me serve de terapia ocupacional. Dilema a que acresce a pergunta "como raio se cala a outra metade da nossa bipolaridade?"

It's official

Abriu a época do ginásio. Fui. Com tanta sorte ou tanto azar que hoje era "Dia de Abdominais" e ia morrendo. No quinto tapete já nem me levantar como deve ser conseguia. Ao décimo, tinha que literalmente rebolar para me levantar de costas. E ao décimo quinto, finalmente, lá resmunguei "e a gente PAGA para isto!!!".
Antes disso, quando vínhamos em bando da escola para casa, comentava no carro com as minhas colegas e companheiras da tortura fit que, ao contrário das pessoas normais, queria ginásio por uma questão emocional e psicológica, e não estética e física, mas que, mesmo quando o frequentava (mais) regularmente não chegava nunca a sentir a explosão de endorfinas, a droga da felicidade. A inércia do sofá+cigarros+séries favoritas deixa-me muito mais feliz. É claro que o coro de protestos e de ameaças "se não fores hoje, vamos buscar-te pelos cabelos a casa e fazes o caminho a pontapé", entre outros mimos, ajudou a que não me atrevesse ao achincalho, que capaz disso e de muito mais são elas.
Fui. Mais uma vez, as endorfinas fizeram greve. Mas não posso deixar de sorrir quando alguém me diz hoje, depois disso, quando estava a resmungar de dores abdominais "És uma grande mulher. Tesa como não conheço mais nenhuma, palavra de honra". Quando perguntei porquê, a justificação foi que, dois meses e pouco passados da minha "travadinha", como eu lhe chamo e os amigos adoptaram, sem me aperceber fiz um percurso, "diz que" impressionante. Levantei-me sempre de manhã. Fui sempre trabalhar. Só faltei uma tarde, que me vim embora. Preparei alunos para testes intermédios dando, inclusivamente, horas extra. Fiz horas do curso da noite a fio, porque uma das minhas colegas meteu um atestado de trinta dias por causa de... uma depressão. Entreguei sempre os testes a tempo. Nunca faltei ao shrink. Nunca deixei de tomar banho e de me arranjar. Fui a todas as reuniões. Não me descontrolei de modo a entrar em colapso físico e a ter outra crise da minha amiga auto-imune. Tudo isto, sempre de coração partido e sem encontrar prazer em absolutamente nada. Tudo isto vazia de tudo excepto de lágrimas. Tudo isto sem apreciar o sabor dos alimentos que sempre adorei, dos cheiros que sempre me enebriaram, dos gestos e olhares que me oferecem todos os dias, e a que sempre fui sensível. Tudo isto sem calor na alma, sem sorrisos no espírito. Sou uma grande mulher. Tesa. Palavra de honra.

terça-feira, 3 de maio de 2011

A triplicar

Hoje seria dia de "triple shrink": médico, esteticista e ginásio. A minha companhia para o gym cortou-se à última hora, por um daqueles imprevistos da vida, de modo que lá cumpri os outros dois. Já não tenho cara para aparecer no ginásio sozinha, depois de tanto tempo de ausência, mas lá me arrastei para a conversa psiquiátrica semanal, de onde ultimamente saio destroçada, para me ir enfiar nos cuidados de beleza, que a depressão não me deu para o abandalho (coração partido mas maquilhagem perfeita, é um dos meus mais antigos princípios). Anyway, esta mania das aparências que começa e acaba nas fronteiras do não dar parte fraca e de, pelo menos, cheirar sempre bem e não assustar as crianças, também deve ser causa para nenhum psiquiatra levar a sério as minhas dores. Excepto este, que me leva a sério mas não me passa atestados nem me aumenta a medicação, apesar de eu lhe dizer que estou exausta, que não consigo dizer duas frases sem falhar uma palavra, que oscilo permanentemente entre o sombrio e o indiferente. Diz que já percebeu que esta não sou eu, mas não me dá soluções. Põe-me a pensar, aceita que me isole e que procrastine, e não me dá uma pista. Nem sequer se devo praticar a auto-indulgência ou gastar energias a combater o marasmo, obrigando-me a fazer as coisas que me custam mas que toda a gente leiga diz que podem resultar e são o preciso contrário do que me apetece.
Por acaso, lembrei-me agora que o compromisso que tenho ao fim da tarde e princípio da noite pode resultar na terceira sessão de terapia de hoje: vou, finalmente, estar com a seita, numa prova de vinhos e lanche ajantarado. Apetece-me zero, para variar. Mas como em tudo o que não me apetece, depois de lá estar vou ficar contente por ter ido. Se o mesmo se aplicar ao ginásio, quando arranjar companhia para lá entrar, pode ser que em Maio crie novos costumes mais saudáveis e a coisa comece, se não a melhorar, pelo menos a estabilizar.