"As minhas palavras, amor,
Naufragam no teu silêncio"
Diz-se que a morte é a curva da estrada. Os que vão atrás deixam de ver os que se adiantam, por um breve instante, até fazerem, eles próprios, a mesma curva. É, apenas, um até breve.
Eu acho que, além disso, a morte é a derradeira quebra na comunicação. Não é a questão do não estar, do não ver, do não tocar. Sentimos a falta dos amigos emigrados noutros países, ou noutras cidades, ou noutras vidas, mas eles estão sempre a um passo de ti, a um telefonema, a um e-mail, a duas ou três horas de carro ou de avião. E não choras a sua ausência como se tivessem morrido, porque eles estão lá. Não os vês, não lhes tocas, mas podes falar-lhes, ouvi-los, comunicar.
Contigo, amor, não é assim. Por isso choro-te tantas vezes. Choro-te como se estivesses morto, embora de quando em vez me apareças à frente, tipo espectro. E, ainda assim, é um fantasma silencioso, o que me encara.
E isso incomoda-me sempre, sempre, mas há dias em que é gritante. Todas as sextas-feiras à tarde na Cidade de Deus são horrorosas. Tenha ou não o que fazer, há sempre aquele instante em que me recordo que poderia estar a fazer muito melhor. Hoje, com este sol, com esta luz, com este cheiro a Verão só me apetece uma esplanada. Mas não sozinha, contigo, como há muito tempo atrás.
Tenho tanto para te dizer, amor. Tenho tanto para te contar. Preciso tanto de desabafar os meus medos, este estúpido concurso que já começou, este vazio imenso que trago em mim. Peço-te tantas vezes ajuda, suplico-te permanentemente uma lembrança, uma palavra, um "estás bem? precisas de alguma coisa?" que nunca vem, nunca.
Escrevo para ninguém, jamais obtenho resposta. Hoje apetecia-me uma esplanada e a tua voz adulta a guiar-me pela mão. Apetecia-me também dar-te um ombro, mostrar-te que não tens que estar obrigatoriamente só, que há possibilidades infinitas entre o preto e o branco, que posso trazer alguma luz às sombras das tuas obsessões, que tenho pontos de vista claros e precisos sobre tanto do que te atormenta, que conseguiria desembaraçar o novelo das tuas preocupações se tu o permitisses. É típico. Eu, cheia de problemas e dúvidas, a desejar-te numa esplanada comigo com o principal intuito de te ouvir, de te ajudar, mimar, acarinhar.
Porque tenho a certeza de que continuas a falar pouco. O mínimo indispensável para conviveres com o resto do Mundo que te é desconfortável como um sapato abaixo do teu número. Para mim, morreste, eu sei. Mas, se morreste para mim, se não me falas, não me respondes, não desabafas, como conseguirás não explodir com tudo o que te vai na alma, o teu whirlpool costumeiro de fantasmas e contradições pessoais?
Dir-me-ás, havia vida antes de te conhecer, haverá vida sem ti. Aceito. Mas é uma vida tão solitária, a tua... muito mais solitária que a minha que já assim dá comigo em doida tantas vezes.
Eu sempre vou falando, tenho um livro escrito de cartas ao morto, vou encontrando modos de expressão, vou lançando mensagens. Vou desabafando. Custa-me horrores o teu silêncio, mas custa-me muito mais por ti que por mim,dei hoje conta disso. Porque hoje acordei com o pressentimento de que estás a precisar bem mais de atenção do que eu. É um pressentimento e vale o que vale, que é nada.
Mas ainda assim, e embora saiba que aqui não vens, disponho-me aqui a ouvir-te. Porque estou inquieta e desconfortável. Preocupada sem saber bem porquê. É assim, o sexto sentido. E venho aqui, à minha publicação privada, que tu não lês, dizer que estou às ordens. Afinal, aqui, ou no ficheiro de computador que guarda tudo o que te escrevo, vai dar ao mesmo, e pode ser que alguém comente, já que tu nunca o fazes, do outro lado da curva.
Este blogue faz hoje um ano. Deveria estar de parabéns. Mas eu acredito que os parabéns se dão pelos sucessos obtidos, pelos objectivos alcançados, pelas vitórias conquistadas. E a verdade é que, passado um ano, a minha vida está exactamente na mesma. Igualzinha. Por isso, em vez de parabéns, desejo ao meu próprio blogue muita saúde e as maiores felicidades. Já que ele é um espelho (distorcido e fosco, mas ainda assim um espelho) da minha própria vida. Ao longo deste ano, o que de melhor aconteceu foi conquistar leitores assíduos e amizades virtuais, mas acarinhadas. Os comentadores fazem subsistir a vontade da escrita. Eu, que escrevo tantas vezes a destinatários silenciosos, aprecio e agradeço todas as vossas intervenções. Sou grata pela vossa presença, e por poder contar com todos vós deste lado da curva. Beijinhos
Naufragam no teu silêncio"
Diz-se que a morte é a curva da estrada. Os que vão atrás deixam de ver os que se adiantam, por um breve instante, até fazerem, eles próprios, a mesma curva. É, apenas, um até breve.
Eu acho que, além disso, a morte é a derradeira quebra na comunicação. Não é a questão do não estar, do não ver, do não tocar. Sentimos a falta dos amigos emigrados noutros países, ou noutras cidades, ou noutras vidas, mas eles estão sempre a um passo de ti, a um telefonema, a um e-mail, a duas ou três horas de carro ou de avião. E não choras a sua ausência como se tivessem morrido, porque eles estão lá. Não os vês, não lhes tocas, mas podes falar-lhes, ouvi-los, comunicar.
Contigo, amor, não é assim. Por isso choro-te tantas vezes. Choro-te como se estivesses morto, embora de quando em vez me apareças à frente, tipo espectro. E, ainda assim, é um fantasma silencioso, o que me encara.
E isso incomoda-me sempre, sempre, mas há dias em que é gritante. Todas as sextas-feiras à tarde na Cidade de Deus são horrorosas. Tenha ou não o que fazer, há sempre aquele instante em que me recordo que poderia estar a fazer muito melhor. Hoje, com este sol, com esta luz, com este cheiro a Verão só me apetece uma esplanada. Mas não sozinha, contigo, como há muito tempo atrás.
Tenho tanto para te dizer, amor. Tenho tanto para te contar. Preciso tanto de desabafar os meus medos, este estúpido concurso que já começou, este vazio imenso que trago em mim. Peço-te tantas vezes ajuda, suplico-te permanentemente uma lembrança, uma palavra, um "estás bem? precisas de alguma coisa?" que nunca vem, nunca.
Escrevo para ninguém, jamais obtenho resposta. Hoje apetecia-me uma esplanada e a tua voz adulta a guiar-me pela mão. Apetecia-me também dar-te um ombro, mostrar-te que não tens que estar obrigatoriamente só, que há possibilidades infinitas entre o preto e o branco, que posso trazer alguma luz às sombras das tuas obsessões, que tenho pontos de vista claros e precisos sobre tanto do que te atormenta, que conseguiria desembaraçar o novelo das tuas preocupações se tu o permitisses. É típico. Eu, cheia de problemas e dúvidas, a desejar-te numa esplanada comigo com o principal intuito de te ouvir, de te ajudar, mimar, acarinhar.
Porque tenho a certeza de que continuas a falar pouco. O mínimo indispensável para conviveres com o resto do Mundo que te é desconfortável como um sapato abaixo do teu número. Para mim, morreste, eu sei. Mas, se morreste para mim, se não me falas, não me respondes, não desabafas, como conseguirás não explodir com tudo o que te vai na alma, o teu whirlpool costumeiro de fantasmas e contradições pessoais?
Dir-me-ás, havia vida antes de te conhecer, haverá vida sem ti. Aceito. Mas é uma vida tão solitária, a tua... muito mais solitária que a minha que já assim dá comigo em doida tantas vezes.
Eu sempre vou falando, tenho um livro escrito de cartas ao morto, vou encontrando modos de expressão, vou lançando mensagens. Vou desabafando. Custa-me horrores o teu silêncio, mas custa-me muito mais por ti que por mim,dei hoje conta disso. Porque hoje acordei com o pressentimento de que estás a precisar bem mais de atenção do que eu. É um pressentimento e vale o que vale, que é nada.
Mas ainda assim, e embora saiba que aqui não vens, disponho-me aqui a ouvir-te. Porque estou inquieta e desconfortável. Preocupada sem saber bem porquê. É assim, o sexto sentido. E venho aqui, à minha publicação privada, que tu não lês, dizer que estou às ordens. Afinal, aqui, ou no ficheiro de computador que guarda tudo o que te escrevo, vai dar ao mesmo, e pode ser que alguém comente, já que tu nunca o fazes, do outro lado da curva.
Este blogue faz hoje um ano. Deveria estar de parabéns. Mas eu acredito que os parabéns se dão pelos sucessos obtidos, pelos objectivos alcançados, pelas vitórias conquistadas. E a verdade é que, passado um ano, a minha vida está exactamente na mesma. Igualzinha. Por isso, em vez de parabéns, desejo ao meu próprio blogue muita saúde e as maiores felicidades. Já que ele é um espelho (distorcido e fosco, mas ainda assim um espelho) da minha própria vida. Ao longo deste ano, o que de melhor aconteceu foi conquistar leitores assíduos e amizades virtuais, mas acarinhadas. Os comentadores fazem subsistir a vontade da escrita. Eu, que escrevo tantas vezes a destinatários silenciosos, aprecio e agradeço todas as vossas intervenções. Sou grata pela vossa presença, e por poder contar com todos vós deste lado da curva. Beijinhos
Cortesia da Shadow, que não poderia vir mais a propósito. Beijos
19 comentários:
... que humano ou personagem sera esse que te faz lavar em lagrimas... ou sera apenas uma personificação de um sentimento que muitos esqueceram e que outros desprezam...
Então, Parabéns ao blog!!! e já agora à sua autora. Eu também tenho "cartas a uma morta", só que ela já não está entre nós, o do link é da minha autoria os outros são passatempos e os outros meus estão ainda por digitalizar.
http://homepage.oniduo.pt/green-hills-of-earth/Poemas/Cristina.html
Ah, não ligues à página inicial, com os v/comments habituais é que já conduzi varias vezes um bicho daqueles e foi uma brincadeira para uns amigos/as meus.
Beijos
Jade,
Só para te dizer que me revejo na tua história e que, tal como tu, tento "enterrar" alguém que teima em ser "desenterrado" pelo meu coração...
E outra coisa: em mim tens uma leitora assídua. Não sou tua amiga, não te conheço, mas agradeço a tua partilha. Tens aqui alguém que te lê e que, ao longe, te deseja o melhor.
Bjns
Jade, vou escrever aqui um texto que não é de minha autoria. Não sei quem o escreveu. Vem num daqueles pp que se recebem constantemente. Este veio num sobre a mãe de Barack Obama. Estive a copiá-lo para te mandar. Reza assim:
Num relacionamento há 2 tipo de silêncios. O primeiro é o da comunhão, que representa o encontro do essencial, onde o dois se torna um. Um silêncio que dispensa e transcende as palavras.
O segundo silêncio, é o silêncio das palavras não-ditas. O silêncio onde cada parte habita uma ilha própria isolada. Um silêncio onde nem as aspirações intimas, nem os suaves movimentos da lama são compartilhados. este é o silêncio da solidão, da falta de ar. Não há amor onde existe este tipo de silêncio.
Diz-nos Bernard Shaw: "O silêncio é a mais perfeita expressão do desprezo."
Tenho pena que não tenhas publicado o meu comentário anterior. Tens esse direito. Provavelmente também não irás publicar este.
Talvez não o tenhas feito porque te possas sentir magoada com a rudeza/verdade das minhas palavras. Isso significa que embora racionalmente não penses assim, emocionalmente a tua dependência é tão grande que te contentas com as pequenas migalhas. Liberta-te porque estás a impedir que o verdadeiro sol entre na tua vida
Um grande beijinho
Coral
Agradecendo desde já a todos a vossa participação e comentários, vou deter-me só mais um pouco sobre o de Coral.
Não recebi nenhum comentário com este nick anteriormente, que não tenha publicado. Há muito tempo que não recebo comentários anónimos maldosos, havia uma fase em que eles se sucediam e reproduziam como coelhos, fase esse em que decidi moderá-los.
Ontem, contudo, com um nick desconhecido, recebi outro que me desagradou profundamente. Eu abomino a maldade e detesto afirmações de teor simplesmento destrutivo. Não o publiquei e custa-me a crer que, perante um comentário construtivo como este, a autoria do anterior seja da mesma pessoa. Uma coisa é discordar de ideias e debatê-las. Outra é partir para insultos descabidos sem argumentos legítimos ou inteligentes. E estou no meu direito de escrever o que me apetece. O leitor estará no seu direito de ler. E de comentar. Agora o que me irrita são afirmações do género "não há nada que se aproveite neste blogue", porque isso é uma afirmação ilegítima e pouco inteligente. Se não, vejamos: se não há nada que se aproveite, porque se deram ao trabalho de o ler na íntegra? E, se não o leram na íntegra, como afirmam que não há nada que se aproveite?
Desculpem lá, mas esse tipo de mesquinharias, não publico. Até porque, pela experiência de outros blogues, esses disparates geram discussão entre os comentadores, perdem-se estribeiras, insultam-se pessoas que nem sequer se conhecem, é decadente. E eu abomino o lamentável.
Não dou voz ao contraditório? É possível. Eu prefiro pensar que não dou voz ao mesquinho e ao venenoso. E sim, só publico o que me apetece. E, acreditem ou não, os comentários são esmagadoramente bons.
Outra coisa: eu quando não gosto de um blogue, não o comento. Só comento blogues bem escritos e com substância. Mesmo que não concorde com eles. E, por isso, reservo-me o direito de publicação de comentários do género dos que eu faria a outros. Não faças aos outros...
Estamos conversados.
Voltem sempre e serão sempre bem vindos... desde que venham por bem
Beijos
nós bloggers temos de ter a paciencia para estes tipos de comentarios como quem tem um establecimento comercial aberto, como por exemplo café ou um restaurante tem de ter para aturar certos clientes embriagados, mas tanto nós como essas pessoas, temos o poder de desprezar e poder moderar esses acontecimentos e comentarios. é lamentavel que existam certos tipos de pessoas que so existam para criticarem deploravelmente o trabalho dos outros, em vez de apoiar e dar ideias.
tenho a sorte de no me blog ter apenas 2 comentarios... mas serem os dois de dois dos meus melhores amigos.....
o teu blog está na minha simples e modesta lista dos 3 melhores... está simples, modesto, mas ao mesmo tempo profundo e de certa maneira poético.
gostava que passasses pelo meu blog e que desses a tua opiniao... gostava de ter a opiniao de uma pessoa que admiro mais do que a maioria das que conheço, mesmo sem te conhecer... e mais cultural do que eu...
tive um blog que tinha precisamente este titulo. Cartas a um morto... o que me remete sempre para este video http://www.youtube.com/watch?v=plSc68nZWN4&feature=dir
Este post deixou-me com uma vontade enorme de te apertar as bochechas, coisa que eu tenho a mania de fazer aos meus amigos.
Podes continuar a contar com a minha presença e com os meus comentários idiotas. É bom ver um blog crescer ao longo de um ano, dois, vinte. E é melhor ainda quando há afinidades com esse blog que nos aquecem o coração, post a seguir a post.
Parabéns Jade. Parabéns mesmo.
Beijo grande*
Lyscneider, quando puder dou um saltinho ao teu estaminé. Obrigada pela simpatia.
Shadow, fui ver o vídeo e publiquei-o. Isso diz tudo, certo? Thanks.
Alexandra, obrigada. O carinho é sempre muito bem-vindo.
Beijinhos a todos
Em primeiro lugar, pareço alguém que nos conhecemos, esqueci o aniversário do Blog. (esquecer não, porque ainda no outro dia estivemos a falar disto)
Por isso parabéns por este ano de partilha.
Muitos parabéns mais uma vez e quen este blog sejam uma forma de partilha.
não esperes encontrar no meu canto proprio uma obra de arte que se compare a este teu "livro de sobrevivencia no quotidiano".
como costumo dizer, eu não sou simpatico para ninguem, apenas digo a verdade, o que sinto e o que me vai na alma.
tu dizes simpatia, eu digo realidade.
gostava que desses uma ou mais opiniões.
Amiga, quando o teu blog abriu passei a ter mais um ritual diário, abrir o teu blog e lê-lo cheia de vontade. No início chorei muito com as tuas palavras, de bonitas. Agora já não choro tanto, mas ainda me comoves!
Muitos beijinhos!
Caroline, ma frend... faço minhas as tuas palavras. Ler o teu é ponto de honra sempre que abro a lista de favoritos, diariamente. E são mais dois espaços de comunicação que anulam os quilómetros que nos separam. Beijinhos
Jade, NÃO fui eu que escrevi "não há nada que se aproveite neste blog".
Bem pelo contrário gosto muito de ler o teu blog. Acontece é que eu não sei mandar comentários sem ser em anónino. Não é por mal. Também tenho aqui um blog e chama-se precisamente Coral-smba.blogspot.com.
O comentário anterior que te enviei foi uma resposta a um teu feito no blog da Teia.
Desculpa lá mas já percebi que é azelhisse minha.Tenho que dominar melhor esta coisa antes de me por a mandar um bitates. Já agora, como é que eu faço não enviar sem ser em anónimo?
Um grande beijinho
Coral
Minha querida Jade...
Já te publiquei no meu blog porque simplesmente o que escreves me assenta que nem uma luva. Temos pelos vistos uma história emocional muito parecida. Somos ambas emocionalmente dependentes de um amor que nos sufoca. Temos o racional em luta com o emocional e somos incapazes de ver o essencial. Nem sei se seremos incapazes... acho é que não queremos tomar consciência porque faze-lo implicaria agir e talvez nos apeteça continuar a fingir que esse vazio pode mudar um dia. É a esperança de que um dia possa ser diferente que nos mantém ali com uma postura morna de sobreviventes à força numa batalha de corações!
Sabes que desejo muitas vezes ser apenas uma menina-mulher normal??? Sim norma!! Sem amores dificeis e sem ter de comer as migalhas porque me ensinaram que também são pão. Há mais na vida para além disto. Acredito piamente que não faz mal amar quem não nos ama. Não se compram sentimentos. Não são uma moeda de troca... o que acredito, mas não sei ainda como faze-lo, é que podemos amar com consciência e sem esperança. Ai sim o tempo vai-nos ajudar pouco a pouco a esquecer, mas nunca a substituir!!
Um beijo emocionado
p.s. umavidinhamaisoumenos@blogs.sapo.pt
Mais ou Menos, Bem-Vinda. Acertaste de tal forma na mouche que até me arrepiaste. Tive imensa pena de não conseguir aceder ao teu blogue através do link que deixaste. Não sei porquê, mas dá-me sempre erro.
Beijinhos,
Obrigada
Coral, eu a esse no blogue da Teia respondi, quero dizer, respondi a um, se houve mais já não vi.
Ainda bem que o outro comentário não vinha daí, mas foi a coincidência de ter recebido um maldoso, o que há tanto tempo não acontecia, exactamente no dia em que afirmou ter pena de não ter publicado o seu.
Beijinhos
Obrigado a ti por nos brindares com a honestidade da tua escrita...
Já estiveste no meu blog e até comentaste. Sabes é que um dia passei aqui pela tua casa, meti a chave à porta e feita vizinha alcoviteira fiz um copy-paste de um post teu e brindei os poucos que me lêem com algo bem mais bonito: as tuas palavras. Numa pesquisa pelo google descobriste-me e em vez de te zangares "inchaste" de orgulho!!
Quanto ao meu comentário... enfim... preferia não saber tão bem o que sentes!!!
http://umavidinhamaisoumenos.blogs.sapo.pt/
Beijo
AAAAHHHHH, Já sei, pronto, não digas mais. Continuo sem conseguir aceder ao teu blogue, mas já sei qual é... pois foi, fiquei super orgulhosa!!!
Beijinhos
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