terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Espiral

Quando temos uma intoxicação alimentar, temos vómitos incontroláveis, e muitas vezes o único objectivo é conseguir chegar a tempo à casa-de-banho, a dois metros do nosso quarto. Declaro, assim, perante as evidências, que sofro de uma intoxicação emocional. O meu corpo expele o veneno que me consome o espírito com explosões de água. E o único objectivo é o mesmo, aquele instante fugidio em que te apercebes do que vai acontecer e sais porta fora para chegar a um WC metafórico e não vomitares as lágrimas em público, no colo do desgraçado mais próximo.
Assim foi hoje. Senti uns ameaços no decorrer da última reunião. Para dizer a verdade, os sintomas de ter as emoções intoxicadas começaram ténues antes da hora de almoço, mas eu fiz o costume, ignorei e não fui ao médico. Resultado: estava a cruzar o portão da escola e as lágrimas corriam-me cara abaixo. Quando me sentei no carro já soluçava.
Em casa, disse à Mzinha que tenho medo que Deus me castigue com um problema realmente grave que justifique as lágrimas que choro agora em vão. Quando dizia no interregno que me sinto inútil, tentava explicar que a minha auto-indulgência me deita para o centro de ciclos viciosos dos quais me é muito difícil sair. É preciso muita força de vontade, e o que é tão fácil pregar aos alunos, organização, disciplina, regras, prioridades, é impossível cumprir longe de alicerces fundamentais que nos acertam o passo quando saímos do caminho e nos deixamos abandalhar. A primeira vez que isso me aconteceu foi quando me faltou o avô. É óbvio, e é aceitável. Coincidiu com a altura em que me foi diagnosticada a condição crónica, com a altura em que entrei para estágio, enfim, todo o universo conspirou, então, para um processo de auto-comiseração.
Numa cama de hospital, e em vias de ficar sem dedos na mão direita, levei o tal coice que me fez andar para a frente. E andei. Durante anos as coisas estabilizaram e saí de casa da minha mãe sem grandes danos colaterais, sem me ir abaixo, sem vacilar. O mundo voltou a desabar há uns anos atrás, tal e qual como agora, sem razão aparente. Num sítio perdido deste distrito, na altura já a morar com a Mzinha, mas sem ainda realmente a conhecer, ela com um horário incompleto que lhe permitia semanas de três dias, eu, com um completo. Passava muito tempo sozinha, sei lá, e fui novamente abaixo. Estatelada no chão (Teia, adorei esta imagem), valeram-me então as amigas da altura e os braços fortes de um homem que amava. Valeu-me, ainda, ter vindo para a Cidade-de-Deus, para junto de alguns, poucos mas muito bons, entes queridos.
E agora, isto. A Mzinha definiu magistralmente a forma como me sinto, ao dizer, sabes aquele stress que se apodera de nós quando já concorremos e não fazemos a mínima ideia do que nos vai acontecer? Assim ando eu. Em permanente stress, ansiedade, impaciência, carência. Só me apetece gritar “Abracem-me e digam-me que vai ficar tudo bem, que eu não estou a aguentar-me à bronca”. Só que é daqueles gritos que não saem, como nos pesadelos. E, então, choro. Choro e entro em ciclos viciosos, abandalho horas de refeição, adio compromissos, ignoro assuntos prementes. Quando me sinto a enlouquecer com falta de afecto, adormeço a mexer no cabelo, como se fosse mãe de mim própria. Mas sou uma mãe descuidada e negligente. Sou a que compra a playstation e não impõe regras. E adormeço a mexer no cabelo para, no fundo, dormir com o inimigo. Para entrar numa esquizofrenia de sentimentos de auto-indulgência e culpabilização atroz.
Estou com uma intoxicação emocional e, desta vez, não tenho quem me valha. Tenho amigos, tenho, poucos e óptimos. Mas, desta vez, tenho também a noção muito clara de que tenho que sair desta sozinha. Talvez porque, de há um ano e tal para cá, me falta o mais importante, algo que não me faltava desde os dezoito anos, falta-me uma figura masculina que me ampare. E sei que é muito possível que esta falta inédita me esteja a mexer com tudo o resto, me esteja a mudar o ser e o sentir, o agir, o querer, o decidir. Esta falta inédita tira-me duma rota, afasta-me dos restantes objectivos, deixa-me à deriva: concorrer para onde, se não tenho amarras? Perseguir que sonhos, sem incentivo, sem feedback, sem alguém que se orgulhe dos meus êxitos ou me abrace quando fracasso? Sim, eu sei, há que procurar tudo isso em nós mesmos.
Mas começo a convencer-me, a sério que começo, que dentro de mim não há nada disso. E que cumprir obrigações e satisfazer necessidades fisiológicas não é definição de existir. Não me lembro de outra fase em que a consciência da minha não-existência fosse tão forte. O que fazemos, Teia, quando para além de estateladas no chão não nos conseguimos mexer? Nem para pegar na porra de um telemóvel? O que acontece Teia, quando a opção de lutarmos por nós próprios nos parece infinitamente inútil? O que fazemos, Teia, quando estateladas no chão, a única coisa que nos ocorre é que antes assim, mesmo estateladas num chão real, que a andar por aí com a ilusão de que existimos?

18 comentários:

Dr.House disse...

Na vida tenho aprendido muitas lições, umas válidas, outras baseadas na asneira. Mas aprendi, sobretudo, a defender-me de mim próprio, dos meus pensamentos, das minhas angústias, dos meus fracassos, das decepções que causo a mim próprio. Pode não ser a forma mais inteligente de lidar com os factos, porque não se pode fugir continuamente. Mas hoje considero-me mais resistente, porque aprendi, na medida do possível, a controlar a dor, a sofrer com aquilo que tenho mesmo de sofrer, a não sofrer por antecipação ou por nostalgia. Nessas alturas, em que sinto que pode vir uma recaída, invento coisas para fazer ou pensar, meto-me em tarefas, ocupo a cabeça. Talvez porque cresci a pensar pouco em mim próprio, sempre me impressionou mais o que os outros sofrem á minha volta, pelo que relativizo o que se passa comigo. Não sei se é uma fuga, se uma cobardia, mas não pensar é, por vezes, uma forma sábia de tornear as situações.
Liberta essa má onda que te cerca, atira-te a novas causas, desfruta das coisas sem te envolveres nelas, como por exemplo veres um filme e imediatamente pores em causa a tua vida, porque é diferente, porque não viveste daquela maneira. Pôr-mo-nos constantemente em causa só nos deprime, normalmente sem quaiquer benefícios adicionais.
Sem seres presunçosa, porque não o és, reconhece que tens valor para muito mais que seja consumires-te.

Jade disse...

House, hoje tenho que te dar a mão à palmatória. Hoje, até eu tenho noção de que fui longe demais. Este é o primeiro e único post que reconheço estar demasiado eu. Mas sabes, quando não somos capazes, ou não podemos, ou não temos a quem dizer certas coisas, e elas têm que ser ditas a alguém, e não apenas guardadas no nosso computador, olha, expômo-nos. Não sei se vou deixar este post publicado muito tempo, provavelmente, não. Mas aprender a defender-me de mim própria, como tu deves saber por experiência própria, é um caminho longo e difícil. Especialmente quando temos que o percorrer sós e não conseguimos aceitar esse facto como natural. Obrigada por tudo. Mesmo.

Sílvia disse...

De certa forma percebo-te. No verão passado fui completamente abaixo, só chorava, trancada em casa não me apetecia fazer nada, consegui (aparentemente) sair desse marasmo que era a minha vida, o voltar às aulas ajudou-me, mas nesta altura começo a sentir-me outra vez muito mal. Sinto-me a perder a esperança, a pensar que não sou capaz e que quando mais preciso das pessoas parece que fico sozinha. Muitas vezes só preciso de um abraço e de alguém que me diga que as coisas vão mudar, que a minha vida não vai estagnar, que vai ficar tudo bem. Mas esse alguém nunca está e eu afundo mais um bocado. Tento pensar positivo, acreditar mais em mim, pensar que sou capaz, que sou forte e que não estou sozinha mas a vontade de chorar é tão grande que cada vez mais tenho dificuldade em controlar as minhas emoções. Na verdade, acho que não sei lidar com elas, e concluo que não me conheço, e se eu não me conheço como é que os outros me podem conhecer a ajudar-me? Sinto-me a pior das pessoas por isso.
E muitas vezes sou demasiado orgulhosa para aceitar a ajuda que me dão porque penso que consigo levantar-me sozinha e depois sinto-me ainda pior. Sou um poço de contradições tão grande que até a mim me assusto. E mudar é tão dificil... Eu sei que aos poucos até devo conseguir mas a teimosia vence quase sempre.
Bem concluindo, percebo-te e identifico-me com as tuas palavras, muito mesmo.

Força e de certeza que consegues ultrapassar toda esta situação..Acredita em ti =)

bj***

Jade disse...

Silvinha, se isso é terrível aos 20, aos 30 a malta já devia ser um bocadinho mais sábia, não te parece? Lá chegaremos... ambas. (Eu dez anos mais tarde que tu)

Inside me disse...

Então Jade que é isso?

Sabes que me assustaste, verdadeiramente com este post...

...estive quase para ir á cidade de deus...

... mas um comentário é mais rápido...

...podes sempre contar comigo e penso que com os outros para os teus desabafos...

Mas o house tem razão acho que levas tudo muito a peito, e não te proteges, ... senão fores tu a protegeres-te ninguem o fará por ti... não penses tanto no que poderá acontecer...ou no que aconteceu... acontecimentos passados não são garantia dos mesmos acontecimentos no futuro..

... tu terás de aprender a te protegeres a ti própria ... tu és a única pessoa que te acompanhará sempre durante toda a tua vida...

...e não te julges em demasia, não és nenhuma inutil...

...em muitas pessoas já deixaste a tua marca...

... os teus amigos ... os teus alunos... os teus leitores...

... imagina não teres existido... como seriam os teus amigos, os teus alunos... nós teus leitores ...sem as tuas conversas, os teus puxões de orelhas, sem os teus textos...

... sabes, seriamos todos muito menos do que somos hoje...

... hoje todos temos um bocadinho teu... e tu tens um bocadinho nosso...

Pensa nisso...

...Aprendi muito contigo...e continuo a aprender... não me és indiferente... como o acho que não és para muita gente... talvez não tenhas consciencia disso mas é verdade...

Tu Che-ra-Jade, uma lutadora de causas...

... mas a tua maior e melhor causa esta bem perto de ti... tu mesma.

Tu mesma primeiro e depois as outras causas...

Nós teus amigos (virtuais ou não) estamos aqui para te ajudar, para te amparar... mas são as tuas pernas que têm que andar...

e por agora é tudo... mas estou por aqui...

Beijos JADE e espirais NIPT

Jade disse...

Inside Me, este é um post estúpido e demasiado pessoal que fiz questão de publicar para dele me envergonhar o tempo suficiente e retirá-lo quando tomar as rédeas do meu estúpido destino. Não é para assustar ninguém, é para me auto-punir por me deixar ir abaixo sem razões válidas para isso.
Beijinhos

Kok disse...

Uau! Li-te como se te estivesses despindo, peça a peça, sem querer acreditar que o que estava vendo estava acontecendo.
"Conhecemo-nos" de relance, é verdade; mas ainda assim eu não acredito. Tu não podes deixar-te cair assim. Estatelares-te, não é? Porque o que transmites nas tuas prosas não é o que aqui deixas exposto neste post!
Tu és um ser humano maravilhoso! Intuição minha.
Tu és uma mulher de força, como se depreende pelo que tens dito. Não te mesnosprezes; pelo contrário, acredita na tua força, na tua vontade, no teu ser. Porque tu és capaz! Não importa que derrames uma celha de lágrimas se isso te alivia o tal stress danado.
Porque não sei mais, termino o comentário.
Se pudesse, dir-te-ia: levanta-te daí e vamos beber um copo. Vamos desanuviar! Ainda hoje vamos gargalhar, tu verás!
Amanhã (hoje) não deixarei de te re-visitar.
Beijossss (secos porque sem lágrimas). ;)

teia d'aranha disse...

Jade, ao ler estas palavras...

"O que fazemos, Teia, quando para além de estateladas no chão não nos conseguimos mexer? Nem para pegar na porra de um telemóvel? O que acontece Teia, quando a opção de lutarmos por nós próprios nos parece infinitamente inútil? O que fazemos, Teia, quando estateladas no chão, a única coisa que nos ocorre é que antes assim, mesmo estateladas num chão real, que a andar por aí com a ilusão de que existimos?"

... senti um nó na garganta.

Daqueles nós bem apertados, difíceis de desfazer. E sabes porquê? Porque serei (possivelmente) das pessoas que está menos habilitada a responder a todas essas dúvidas.Porque também eu coloquei a mim própria, em vários momentos da minha vida, questões muito semelhantes às tuas. Porque a maioria das vezes também sinto que me limito a existir e não a viver, que sou muito mais uma sombra do que um corpo ou uma alma.

Mas as pessoas não são todas iguais, não reagem todas da mesma forma, não gerem os sentimentos de forma semelhante. O que eu tento fazer nessas ocasiões em que me sinto um lixo é pensar que até o lixo é reciclável (pelo menos algum)e penso depois nas poucas (mas excelentes) pessoas que gostam de mim, que contam comigo, que precisam de mim e reconheço que seria uma demonstração de egoísmo meu deixar-me derrotar. E nessa altura, vou-me levantando do tapete, a muito custo, mas vou. E pego na porra do telemóvel se preciso fôr ou escrevo a porcaria de um mail a alguém que me seja querido, ou deixo uma mensagem no messenger, mesmo em offline...

Sei que cada vez mais é difícil encontrar alguém que nos escute, porque ouvir, muita gente ouve... Escutar, não! Mas há sempre alguém... Não te feches num casulo, não te escondas num labirinto. Faz com que a tua passagem por esta vida seja pautada por portas abertas, mesmo que as "feches para balanço" por breves momentos, mas não "trespasses" a tua vida, sê dona dela!

Sinto que jé me alonguei demasiado, mas não quero ir embora sem antes te dizer que sabes como me contactar se um alguma vez o desejares.

Beijinho Grande e força!

Sílvia disse...

É dizem que com a idade melhora mas eu pra variar acho que fico pior com a idade... É triste... Pronto sou demasiado complicada e penso demais nas coisas em vez de simplesmente viver sem pensar sempre no lado racional e lógico...

Parvoíces...

bjo***

Jade disse...

Vamos por partes:
Não deixa de ser irónico que tenha publicado este post a pensar retirá-lo amanhã, só naquela de me envergonhar, como já disse, e na secreta esperança que ninguém (a não ser, talvez a Teia) o comentasse. Ou visse, tal é a fragilidade que demonstra e a total (e desconfortável, para vocês e para mim) exposição das misérias pessoais e íntimas que não se confessa a ninguém. Não deixa de ser irónico que, claro, haja sempre alguém que nos apanha.
Por isso o post serviu o objectivo, o de me envergonhar (Obrigadinha KoK, por teres sublinhado isso quando comentas que me estou a despir em frente aos teus olhos: vou ali já venho, atirar-me da janela, tá?)
Mas a verdade é que também foram os vossos comentários que me fizeram sentir um bocadinho melhor. Não só pela preocupação, que agradeço mas quero aqui deixar claro que fiquem sossegados, que eu safo-me, prometo,mas sobretudo pelas palavras meiguinhas e ternurentas, carinhosas e sensíveis de todos vocês.
Eu sou uma pesssoa que dá muito valor à palavra escrita, e sinto muita falta delas, dessas coisas bonitas que se escrevem a pensar em nós e nos enviam de propósito para nos fazer sorrir.
Valeu.

Jade disse...

Agora, individualmente. Kok... já não sabia onde me meter com a cena do estar a despir-me, tinhas que piorar as coisas com a do ser humano maravilhoso? Tem dó de mim, tá? Olha que não é preciso muito para me fazer corar, deves imaginar que estou ROXA de vergonha.
Até breve.

Jade disse...

Teia, as tuas palavras (no teu blogue e no meu - li o teu post de hoje e fez-me rir, acreditas? Fizeste-me rir no meio desta merda toda)são poderosas, mulher.
Como deves calcular, deste-me um estalo monumental com a cena do "Sou um lixo, mas até o lixo é reciclável" F*da-se, Teia, nós somos mesmo pessoas estranhas, mas nada me consolou tanto nestes últimos tempos como esta tua frase. Vou agarrar-me a ela como um tantra. Muito obrigada.

Jade disse...

Sílvia... há coisas que apuram com a idade. Infelizmente, é costume que sejam os nossos defeitos. Eu dizia-te para evitares esse lugar-comum, mas estou desacreditada como conselheira, depois disto tudo.
Bj

cuidandodemim disse...

Entendo-te Jade. Sinto o mesmo. Mas lembra-te: há sempre alguém pior do que nós.
http://www.youtube.com/watch?v=aYE_TdVo5FY
Vê até ao fim. A mim ajudou.
Bjns

Sílvia disse...

Olha que não estás nada desacreditada. São as experiências menos boas que nos fazem ver que muitas vezes temos tudo em frente aos olhos e não conseguimos associar as coisas. Por isso isto tudo só te vai tornar uma pessoas melhor e mais sábia. Tenho a certeza =)

bjo***

Ricardo Santos disse...

Jade, quando o Sol voltar à cidade de Deus, também voltará a outras cidades, a outros Seres, a outros Corações, decerto que já descobristes que o cérebro é muito susceptível, influenciável, mas dá um desconto, não estamos habituados a tanto cinzento, todas as pessoas sensíveis estão tanto ou ainda mais descontentes, mas tu és um ser humano especial, com coragem de expor as emoções o que a maioria não consegue…Lembra-te o Tempo quase tudo cura ou quase tudo deixa a perder, mas se “olhares” para o teu coração é aí que vais encontrar a resposta, pois Deus, independente das religiões é aí que Ele se encontra, e com a ajuda/companheirismo de amigos como os que tens, a resposta foi-te dada, aproveita.
Costumo passar pelo teu cantinho e embora tenha 43 anos, atrevo-me a dizer: arrisca, investe em ti. Continuo a ser muito sensível, carinhoso com certas pessoas, mas fiquei quase com um coração de pedra/cristal, que nem a canção de uma novela:

“Eu sou nuvem passageira
Que com o vento se vai
Eu sou como um cristal bonito
Que se quebra quando cai”

Já me quebrei, já me levantei, cá estou.

Beijinhos e votos de muita Paz interior e Saúde

P.S. caso tenhas eliminado o Post ou não aches necessário publicar o meu comentário, tudo bem, Ele é especialmente dirigido a ti e depois de também ter lido os comentários dos teus amigos pessoais/virtuais. Como sou visitante regular mas não assíduo, peço desculpa antecipadamente se fiz considerações que aches despropositadas, mas acredita que foi na melhor das intenções

Ricardo Santos

Kok disse...

Porque não me fiz entender, peço desculpa. Não voltará a acontecer.

Jade disse...

Fizeste-te entender, sim, e não tens que pedir desculpa. Really, era uma piada. Utilizo, eu própria, muitas vezes essa mesma expressão